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Síndrome de Guillain-Barré ou Polirradiculoneurite Aguda

É caracterizada por uma inflamação aguda com perda da mielina (membrana de lipídeos e proteína que envolve os nervos e facilita a transmissão do estímulo nervoso) dos nervos periféricos e às vezes de raízes nervosas proximais e de nervos cranianos (nervos que emergem de uma parte do cérebro chamada tronco cerebral e suprem às funções específicas da cabeça, região do pescoço e vísceras).

Causa

A síndrome de Guillain Barré tem caráter autoimune. O indivíduo produz auto-anticorpos contra sua própria mielina. Então os nervos acometidos não podem transmitir os sinais que vêem do sistema nervoso central com eficiência, levando a uma perda da habilidade de grupos musculares de responderem aos comandos cerebrais. O cérebro também recebe menos sinais sensitivos do corpo, resultando em inabilidade para sentir o contato com a pele, dor ou calor.
Em muitas pessoas o início da doença é precedido por infecção de vias respiratórias altas, de gastroenterite aguda e num pequeno número de casos por vacinação especialmente contra gripe e em raras ocasiões contra hepatite B. Antecedentes de infecções agudas por uma série de vírus tais como, Epstein Bar, citomegalovirus, HTLV, HIV, e diversos vírus respiratórios têm sido descritos.

Manifestações Clínicas

Dor nos membros inferiores, seguida por fraqueza muscular progressiva de distribuição geralmente simétrica e distal que evolui para diminuição ou perda dos movimentos de maneira ascendente com flacidez dos músculos;
Perda dos reflexos profundos de início distal, bilateral e simétrico a partir das primeiras horas ou primeiros dias;
Sintomas sensitivos: dor neurogênica, queimação e formigamento distal. Pode haver alteração da deglutição devido a acometimento dos nervos cranianos IX, X e XI (relacionados com a deglutição), e paralisia facial por acometimento do VII par craniano (que inerva os músculos da face); a paralisia facial pode ser bilateral;
Comprometimento dos centros respiratórios com risco de parada respiratória. Sinais de disfunção do Sistema Nervoso Autônomo traduzidos por variações da pressão arterial (pressão alta ou pressão baixa), aumento da freqüência ou arritmia cardíaca, transpiração, e, em alguns casos, alterações do controle vesical e intestinal;
Alteração dos movimentos dos olhos decorrente de acometimento do III, IV e VI nervos cranianos e ataxia cerebelar (déficit de equilíbrio e incoordenação) associada a ptose palpebral (pálpebra caída) e perda dos reflexos, sobretudo na variante Miller-Fisher.
Assimetria importante da fraqueza muscular ou da perda de movimento, distúrbios graves de sensibilidade e disfunção vesical ou intestinal persistentes induzem questionamentos embora não excluam o diagnóstico.

Evolução

A doença progride por três ou quatro semanas até atingir um platô com período de duração que pode variar de semanas a meses para então entrar na fase de recuperação que pode durar anos. Geralmente o máximo da recuperação da força muscular e dos reflexos acontece após 18 meses do início dos sintomas.

Tratamento

Na fase aguda, nas primeiras quatro semanas de início dos sintomas, o tratamento de escolha é a plasmaferese ou a administração intravenosa de imunoglobulinas.

Fase Aguda

Havendo insuficiência respiratória (10 -30% dos casos), o paciente deve permanecer em Unidade de Terapia Intensiva.
Na presença de distúrbios da deglutição, a alimentação deve ser oferecida por uma sonda (SOG ou SNG) que vai da boca até o estômago.
Altas doses de imunoglobulinas (anticorpos), administradas por via intravenosa podem diminuir o ataque imunológico ao sistema nervoso. O tratamento com imunoglobulinas pode ser utilizado em substituição a plasmaferese com a vantagem de sua administração ser mais fácil. Não se conhece muito bem o mecanismo de ação deste método.
Posicionamento adequado no leito objetivando prevenir o desenvolvimento de úlceras de pele por pressão ou deformidades articulares.
Movimentação passiva das articulações durante todo o período que precede o início da recuperação funcional para evitar deformidades articulares.

Fase de Recuperação

Reforço da musculatura que tem alguma função.
Órteses leves objetivando favorecer a deambulação na presença de fraqueza distal persistente.
Havendo deficiência motora importante após dois anos do início da doença, o programa de tratamento deve objetivar o maior grau de independência possível na locomoção e nas atividades de vida diária (atividades do dia-a-dia de uma pessoa).

Fonte: Rede Sarah

36 Comentários:

Anônimo disse...

oi meu nome é Rafael souza e eu fui portador da sindrome de Guillain Barré À 4 anos e 7 meses passei uma faixa de 3 meses sem andar sentia muitas dores nas pernas,coluna e em outras partes graças a deus ela só atingiu minhas pernas.Enquanto doente perdi totalmente meus movimentos pensei que seria para sempre mas recumperi-a e também fiquei com seqüelas temporarias hoje estou com 15 anos e tenho bastante duvidas sobre mim!É possível que esta doença volte a meu corpo?É possível que eu posso apresentar algo que seja relacionado a esta doença?Por favor esclareçam minhas dúvidas pois são muitas e não consigo conviver com elas
meu email é:raffaeljt2008@yahoo.com.br

Anônimo disse...

Meu nome é helena, estudante de enfermagem achei otima a materia sobre a polirradiculoneurite.É bastante esclarecedoda. Parabens.

Concurso e Fisioterapia disse...

Olá Helena, obrigada pela visita e comentário, apareça mais vezes, te aguardo.

Abraços

Dihh disse...

Olá Meu Nome é Diego Rodrigues,eu fui portador da sindrome de Guillain Barré ( Polirradiculoneurite).
À 7,8 anos atras tinha entre de 12 a 13 anos Hoje estou com 21, fique entre 2 a 3 meses sem andar, os piores momentos da minha vida,No meu caso sentia muita dores nos membros Superiores e inferiores, não tinha força pra nada, totalmente sem movimentos, estava na fase aguda, chegando a Comprometimento dos centros respiratórios.
Mas Graças a Deus em Menos de 6 meses Ja estava de Pé querendo correr, não fiquei com seqüelas, Hj estou firme e forte !!!

Dihh disse...

Mas temos que ter fé, pois Deus é o médico dos médicos, e pode realizar qualquer coisa!

Concurso e Fisioterapia disse...

Diego, muito obrigada pelo depoimento, fiquei emocionada.Parabéns pela força e coragem, que estas sejam passadas para aqueles que neste momento estejam passando por esta situação.
E como você disse: "Deus é o médico dos médicos, e pode realizar qualquer coisa".

Forte abraço.

Natally disse...

Natally Alves !

Tive essa doença com 13anos hje estou com 18 , queria saber se tem possibilidades dessa doença voltar pois depois ke me recuperei nuca mais tive nenhum tipo de acompahamento medico, essa doença compromete o sistema nervoso certo ?! um dos motivos eu ter crises nervosas de precisar tomar calmantes pode ser sequelhas desa doença ?
se puder me responder
nat_ca06@hotmail.com

Concurso e Fisioterapia disse...

Natally, obrigada pela visita e pelo depoimento.

Quanto ao seu questionamento, acredito que seja mais pela ansiedade e pelo medo de que a doença volte, mas, é uma possibilidade muito remota, quase impossível.

Procure "curtir" a vida, desfrute a sua juventude sem medos, daqui a pouco vc estará livre também deste tipo de medicação.

Forte abraço

sandra mundin disse...

eu gostari de saber se pode levar a obto essa doença

Concurso e Fisioterapia disse...

Olá Sandra, esta doença, infelizmente se não for detectada a tempo, ou não houver tratamento adequado, pode sim, levar o paciente a óbito.
Abraços

Danilo disse...

Uma prima minha com 22 anos, está com essa doença e respirando por aparelhos, pois os musculos que ajudam na respiração estão comprometidos? Li com alegria os depoimentos de todos que se recuperaram 100%. Gostaria de saber se o risco é tão alto assim?

Adm. Blog disse...

Olá Danilo, mesmo que sua prima neste momento dependa de respirador, com o tratamento, geralmente, a base de imunoglobulina, ela com certeza saíra deste quadro em breve.
Infelizmente risco há, mas vamos rezar, orar, para a sua pronta melhora.
Forte abraço

elaine disse...

Oi meu nome é Elaine, minha sobrinha tem 14 anos e está internada com essa síndrome,teve convunção, comprometeu os membros inferiores e órgãos como bexiga, intestino, coluna... se inicio a duas semanas. Mas como voce disse que Deus é o médico dos médicos e eu acredito, minha sobrinha já está se recuperando e voltando a sentir a sensibilidade aos poucos. Minha dúvida é nessa fase tomando medicamentos e fazendo fisioterapia pode ainda a sindrome se manifestar ou agora é só regressão até voltar ao normal.
Obrigada
elainelice@hotmail.com

Anônimo disse...

Olá!!!tenho uma amiga internada.no respirador,a alguns dias..Agora lendo estes depoimentos ,fiquei menos angustiada..,esperançosa.,conversando com a mãe dela ,fiquei sabendo que ,antes de ser internada,ela sentia muitas dores nas pernas e na coluna,pedia massagem o tempo todo..Por favor me digam No caso dela que está numa U T I..,ela pode receber massagem ? e drenagem linfática ajuda ? Ziza /ziravicini2008@hotmail.com

Adm. Blog disse...

Olá, enviei email com a resposta.
Abraços

NATALIA disse...

Olá pessoal,

Meu nome é Nathalia e li todos o depoimentos e fiquei muito feliz com as pessoas que se recuperaram, pena que não pude ler isso a 3 anos atrás...
Meu pai teve essa mesma doença, tudo começou com uma dormença em uma perna, que foi passando para outra, subiu para os membro superioeres e foi tomando conta do corpo, ele ficou internado no hospital são paulo, fazendo vários exames, até que deram o nome dessa doença... Na época cheguei a procurar na internet, mais quase não se falava nada, a única coisa que sabia é que o Roni Von também teve o mesmo problema.
Depois que os médicos descobriram liberam ele e ficamos cuidando dele em casa, fazendo fisioterapia... Meu pai não tinha força de levantar nem um copo de água... Davamos comida em sua boca, minha mãe dava banho, entre outras coisas... Ele foi emagrecendo, falava que não tinha nem mais força para mastigar, tomava só liquido, sua voz foi ficando fraca e ele apenas tinha consciência de tudo que estava acontecendo.... (Isso tudo em apenas 2 meses)...

Infelizmente, meu pai não aguentou e se entregou, com tanta tristeza, preocupação a pressão dele acabou subindo e teve um derrame (aneurisma).

Hoje leio todos esses depoimentos e vejo como estão bem, se tivesse olhado isso há 3 anos atrás, mostraria para o meu pai e talvez ele teria mais esperança com a vida....

Hoje eu vim aqui falar para quem ainda está com esse problema, para ter forças e lutar, não desistir nunca e nem se entregar... E em primeiro lugar ter muita fé em Deus, pois ele é poderoso...

Pensem o que seria da sua família sem vc... Eu sofria muito vendo o meu pai naquele estado, sentindo aquelas dores e não conseguindo andar, mas eu nunca deixei de dar amor e carinho, mostrar a importancia que ele nos fazia, mas infelizmente ele não aguentou e após o aneurisma e no estado em que ele estava foi difícil de reagir e faleceu no dia 17/09/2007. E hoje eu sinto muito a falta dele, mais sei que ele está em um lugar maravilhoso e sem dor, pois tinha um coração imenso.

Obrigada

Nathalia C. B. Santos

NATALIA disse...

ah... se alguém tiver duvidas sobre a doença ou alguma outra coisa meu e-mail é nathaliac.santos@gmail.com

Adm. Blog disse...

Olá Nathalia, me emocionou o seu depoimento e com certeza será um grande incentivo aos leitores do blog.
Forte abraço

Anônimo disse...

Minha irma esta com essa doenca e ja esta ha dois meses na UTI com respiracao mecanica, gostaria de saber se da para recuperar esse musculo do pumao para ela respirar sem aparelhos????

Juliana

daniele.odizio disse...

Olá...

à 17 anos atras meu avô teve essa doença, me lembro que ele ficou 3 meses internado e infelizmente não resistiu.
Ele começou a ter dores nas pernas e cair, um dia ele caiu e não andou mais...ficou imovel na cama e chegou a recuperar alguns movimentos, mas teve uma parada respiratoria e veio a falecer.

Gostaria de saber como se contrai esta doença e se é hereditario, pois tenho sentido dores no joelho e ele range quando mexo, ja não consigo mais levantar apoiando nesta perna e o outro joelho começou a doer, tem mais ou menos uns 6 dias que começou...estou com medo que possa ser, por favor, me ajudem!!!

Daniele

Adm. Blog disse...

Olá Daniele, a Síndrome de Guillain Barré é assim chamada (síndrome) porque apesar de não ser contagiosa, sua causa ainda é desconhecida. Qualquer indivíduo pode vir a desenvolvê-la.
Os primeiros sintomas são: dor nos membros inferiores seguida por fraqueza muscular progressiva de distribuição geralmente simétrica e distal que evolui para diminuição ou perda dos movimentos de maneira ascendente com flacidez dos músculos.
Estes sintomas podem progredir em dias ou semanas.
Mas isto não quer dizer que você esteja desenvolvendo esta síndrome. Pelo fato de você ter tido um caso na família assusta, com certeza, mas, provavelmente, o que você tem é alguma disfunção fêmoro patelar, ou outro qualquer distúrbio no joelho, como condromalácea (amolecimento cartilagem) por exemplo.
Procure um ortopedista para ficar mais tranquila.
Saúde sempre.
Abraços

marcuspsico disse...

Olá Sou Marcus Vinicius tenho 29 Anos, moro em SP, em 1995 com 13 p/ 14 Anos tive esta síndrome de forma cronica, que até então não havia tantos estudos. Foram anos de lutas e batalhas, lidando com o inesperado e com a frase "tem que ter calma"...

Fui realizando fisioterapia duas vezes ao dia, aprendendo tudo novamente: Falar, Andar, Sentar, fui a AACD enfim ao final de 3 anos, voltei a estudar lidei com o preconceito das sequelas deixadas pela doença, até mesmo em sala de aula. Um dia tranformei minha história em uma palestra motivacional, percorrendo lugares e conhecendo pessoas.

Hoje 15 anos depois, estou ótimo sem sequelas, esta doença não volta...Sou Psicólogo, cursando minha segunda especialização e ajudando mais gente a ser gente...Sempre que possivel visito pessoas que estão passando por este problema..existe uma associação internacional composta por portadores onde agradecemos sempre aos fisioterapeutas que são as pessoas que nos "levantam" Força..meu contato: marcusmalavasi@yahoo.com.br

Adm. Blog disse...

Obrigada pela gentileza do depoimento Marcus.
São relatos assim, que nos fazem acreditar que o melhor sempre vem.
Desejo muito sucesso.
Forte abraço

Fernando disse...

AOS 38 ANOS TIVE ESSA DOENÇA,(HOJE TENHO 61) EM 1986 NAO SE SABIA QUASE NADA A SEU RESPEITO.JA FUI A DIVERSOS NEUROLOGISTA, E NENHUM CONSEGUIU ATE HOJE, UM MEDICAMENTO PARA APLACAR AS TERRIVEIS DORES QUE SINTO NAS PERNAS.TENHO TAMBEM, PROBLEMAS NA BEXIGA.GOSTARIA DE SABER SE ALGUEM CONHECE ALGUM REMEDIO PARA AMENIZAR MINHAS DORES. GRAÇAS A DEUS EU CONSEGUI RECUPERAR OS MOVIMENTOS DAS PERNAS. ESPERO QUE ESSAS PESSOAS QUE TEM OU TIVERAM ESSA DOENÇAS RECUPEREM-SE O MAIS RAPIDO POSSIVEL.MEU NOME E FERNANDO. MEU EMAIL E:fernandocucalima@gmail.com

Pensar é Viver disse...

Olá Meu nome é Marcos
Eu tbm tive Guillian Barre por duas vezes e em ambas cheguei ao fundo do poço, mas com a ajuda de Deus hoje não tenho sequela aparente.
Que Deus continue iluminando seu caminho.
Segue Meu Blog para contato:
http://marckamorim.blogspot.com/

taiane disse...

MEU NOME E TAYANE TENHO 21 ANOS.
LOGO NO FINAL DO MES DE SETEMBRO COMECEI A SENTIR FORTES DORES NAS PERNAS E NOS BRAÇOS O TEMPO FOI PASSANDO E FUI PERDENDO AS FORÇAS DAS PERNAS,DEPOIS DE MUITO SOFRIMENTO DESCOBRI Q ERA SINDROME GUILLAN BARRE ENTAO FIQUEI INTERNADA UM BOM TEMPO TOMANDO ALGUNS MEDICAMENTOS E HOJE DEPOIS DE 8 MESES TO ME RECUPERANDO FAZENDO BASTANTE FISIOTERAPIA POIS PERDI TODOS OS MOVIMENTOS DO CORPO MAS HOJE JA RECUPEREI QUASE TUDO MAS TENHO MUITAS DEFICULDADES DE ANDA MAS CREIO NU DEUS DO IMPOSSIVEL Q VOU VALTA ANDA NORMALMENTE ESTA CENDO MUITO DIFICIL MAS ELE MI DA FORÇAS CADA AMANHECER PARA LUTAR E PASSAR POR ESSA APROVAÇAO.MAS DOU GRAÇAS A DEUS POR ESTA VIVA E MI RECUPERANDO CADA VEZ MAS.SE VC ESTA PASSANDO POR ESTA SITUAÇAO NAO SE DESESPERE POIS EXISTE UM DEUS Q NUNCA ABANDONA SEUS FILHOS E APESAR DO SOFRIMENTO ELE ESTA TI APARANDO E ABENSSOANDO SEUS DIAS E TENHA CERTEZA NADA DURA PRA SEPMRE TUDO PASSA E SO LEVANTA A CABEÇA E NAO DESISTE..

Mara Hulak disse...

Ola meu nome é mara
tenho um sobrinho com essa doença;ele tem 1 ano e 4 meses e descobrimos a doença á 5 dias, hoje ele esta sendo transferido para UTI pq a doença esta comprometendo o pulmao. Nos relatos que li só vejo depoimentos de pessoas numa fase mais adulta e nao de bebê.... o facto dele ser um bebezinho será mais complicado a recupeçao????
estamos com muito medo!
Mara Hulak.
imail:f.andorinha@hotmail.com

Sabrina Neves disse...

Olá, a 2 meses estou lidando com a minha mãe que tem 63 anos esta na fase de recuperação da Sindrome Graças a Deus, a pernas foram mais atingindas, ela precisou ficar em sonda para alimentar-se por 15 dias... Hoje pra recuperação dela o q ta dificultando é a falta de fé, tento mostrar-lhe q poderia ser bem pior ate mesmo pela idade e fica muito dificil a recuperação se ñ houver paciencia e fé e isso é fundamental pra recuperar os movimentos....

angela maria de castilho disse...

Me chamo Angela e minha unica filha de 29 anos esta a 21 dias hoje na UTI com sindrome de Guillian Barre, foi entuada e esta com traquio agora, apresentou febre e a melhora tem sido lenta mas tenho fé e lendo estes depoimentos me alivou e me deixou mais esperançosa a todos que passaram por este experiencia que Deus continue iluminando vocês, pela coragem de passar por tudo isso e ainda dar força para os outros.

angela maria de castilho disse...

Me chamo Angela e minha filha de 29 anos esta a 21 dias hoje na UTI com sindrome de guilian barre, ja foi entubada, permaneceu por 3 dias em coma induzido, hoje esta acordada parcialemente paralisada, mas esta voltando a todos os que passaram por esta doença e aqui deixaram seu depoimento que Deus continuem iluminando voces ler os depoimentos me ajudou fortaleceu ainda mas a minha fé de que minha filha vai se curar. obrigado.

Anônimo disse...

ola, meu nome é mariza e tive essa doença a 1 ano e 3 meses, no dia seguinte de ter tido bebe. foi orrivel, sofri por dois meses, sem saber o que eu tinha. mas graças a deus um medico de ribeirao preto conseguiu diagnosticar a doença, mas ja estava num grau muito elevado. fiz o tratamento da imunoglobulina. hoje estou bem, mas ainda com um pouco de paralisia facial no lado esquerdo. por isso peço para que se alguem souber se ja existe algum remedio para ajudar na recuperação dessa paralisia, por favor me envie por e-mail, pois ainda sofro muito com isso.
e-mail mariza.ar@hotmail.com.

obrigada

Anônimo disse...

Olá! Meu sobrinho tem 24 anos; está com a sindrome; no CTI ou UTI... começou o tratamento com imunoglobulina há 1 dia; são 5 dias de tratamento? Ele não alimenta normal, e as vezes engasga um pouco... Me adicionem: ivanetesilvapinto@hotmail.com
Quero saber mais para poder ajudá-lo melhor.
Obrigada
Ivanete - MG

fabricio disse...

oi me chamo fabricio tive essa sindrome a um ano mas não cheguei a perder a respiração mas as minhas pernas e meus abraços eu perdi os movimentos.tudo começou com formigamento nos meus dedos da mãos depois de um dia minha pernas começaram a ficar fraças,começei a andar com dificuldade fui ao medico fiquei enternado e começei a faser a plasmaferese fiz quatro sesão depois me derão alta vim em mora pra casa comecei a faser fisioterapia e começou a evoluir bem pouco depois de tres meses minha medica peidu para mim faser outro exame chamado eletroneuromiografia eu fiz ai ela percebeu que a doença ainda estava procredindo ela perceu na minha mão na bainha tinha aprofiado mas eu mecho a minha mão normal.ai minha medica me internou de novo ai eu fiz a imonoglubulina.quando acabadei esse tratamento voltantei para casa comesecei a faser fisioterapia terapia oculpacional e hidroterapia hoje mas 1ano que tive to quase 100% tenha fé que tudo da certo...meu mail.fabricio.silva86@hotmail.com

Anônimo disse...

oi me chamo fabricio tive essa sindrome a um ano mas não cheguei a perder a respiração mas as minhas pernas e meus abraços eu perdi os movimentos.tudo começou com formigamento nos meus dedos da mãos depois de um dia minha pernas começaram a ficar fraças,começei a andar com dificuldade fui ao medico fiquei enternado e começei a faser a plasmaferese fiz quatro sesão depois me derão alta vim em mora pra casa comecei a faser fisioterapia e começou a evoluir bem pouco depois de tres meses minha medica peidu para mim faser outro exame chamado eletroneuromiografia eu fiz ai ela percebeu que a doença ainda estava procredindo ela perceu na minha mão na bainha tinha aprofiado mas eu mecho a minha mão normal.ai minha medica me internou de novo ai eu fiz a imonoglubulina.quando acabadei esse tratamento voltantei para casa comesecei a faser fisioterapia terapia oculpacional e hidroterapia hoje mas 1ano que tive to quase 100% tenha fé que tudo da certo...meu mail.fabricio.silva86@hotmail.com

helio moura disse...

MEU NOME É HELIO, EM 2002 TIVE A POLIRADICULANEURITE, COMEÇOU EM UMA QUINTA-FEIRA COM DORES NAS PERNAS E NOS BRAÇOS, NA SEGUNDA-FEIRA JÁ NÃO CONSEGUIA MAIS ANDAR E FUI INTERNADO NO HOSPITAL ASSUNÇÃO - SBC. GRAÇAS A DEUS, FOI DIAGNOSTICADO NOS PRIMEIROS DIAS E FUI MEDICADO COM ALTAS DOSES DE CORTISONA, AS DORES PASSARAM MAS OS MEMBROS NÃO REAGIAM. POR SUGESTÃO DO HEMATOLOGISTA FIZ O PROCEDIMENTO PLASMAFERESE, APÓS O 5º PROCEDIMENTO JÁ TIVE REAÇÕES POSITIVAS, FIZ MAIS DOIS PROCEDIMENTOS E COMEÇEI ANDAR. RESUMINDO, FIQUEI INTERNADO 35 DIAS (11 DIAS NA UTI), FIZ FISIOTERAPIA E NÃO FIQUEI COM SEQUELAS. GOSTARIA DE REGISTRAR OS NOMES DO MÉDICOS: DRS. NELSON, PAULO, SILVIA E ANTONIO. AGRADEÇO DE CORAÇÃO, PRIMEIRAMENTE A DEUS E A TODOS OS ENFERMEIROS, NUNCA TINHA RECEBIDO TANTO CARINHO COMO NAQUELES DIAS.

Anônimo disse...

Meu nome é Cris e tenho 72 anos,fui acometido por esta síndrome há 2 anos e meio atrás pedi os movimentos dos membros superiores e inferiores e músculos faciais. Passei 28 dias no hospital e nada diagnosticaram.Por causa das dores na coluna,fui a um Neurociriurgião e ao me olhar ele logo afirmou, e começou a me tratar.Primeiro fiquei na cama aos 6 meses usava cadeira de rodas depois andador e hoje já ando com bengala. Continuo tomando vários medicamentos,fazendo fisioterapia,hidroterapia e musculação. Mas só saio de casa acompanhado ainda falta-me equilíbrio e força suficiente para andar desacompanhado.

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