Fisioterapia na síndrome do impacto


A síndrome do impacto é um acrômio ganchoso (existem três tipos de acrômio baseados em observações diretas e radiográficas: tipo I: reto; tipo II: curvo; tipo III: ganchoso) que faz lesões repetitivas geralmente no supra-espinhoso (faz rupturas parciais ou totais).

- Manguito rotador: Supra-espinhoso, infra-espinhoso, redondo menor e subescapular.

- Movimentos de maior impactação (maior contato): Abdução, rotação externa e flexão (primeiros graus).

No tratamento tem que enfatizar os movimentos que façam a decoaptação ( liberação de tensões e compressões articulares ), para impedir esse contato constante.

- Posições para melhor trabalho do supra-espinhoso:
Não se pode trabalhar nem em abdução, nem em flexão, ou seja, tem que trabalhar com rotação externa no ângulo funcional da escápula (entre a abdução e a flexão – na diagonal).

- Trabalhar no ângulo funcional da escápula (entre a abdução e a flexão – na diagonal) com rotação interna;
- Trabalhar no ângulo funcional da escápula (entre a abdução e a flexão – na diagonal) com rotação externa;
- Trabalhar em DV, no ângulo funcional da escápula (entre a abdução e a flexão – na diagonal), fazendo hiperextensão com rotação externa.

Tratamento:

- Decoaptação ( liberação de tensões e compressões articulares ) com rotação interna e externa (tracionar em direção caudal e rodar para dentro e para fora)
- Exercícios pendulares de Kodmam
- Movimentos ativos assistidos
- Movimentos ativos
- Movimentos ativos resistidos para rotação externa

Caso o paciente tenha evoluído para a cirurgia:

- Exercícios pendulares de Kodmam precocemente
- Movimentos auto-assistidos com bastão ou polia
- Movimentos ativos
- Técnicas de ganho de arco de movimento
- Movimentos resistidos para rotação externa (thera-band)

Obs: Condição básica para trabalhar ombro:

Estabilizar a coluna lombar.
De preferência, trabalhar com o paciente sentado ou em decúbitos para retificar a lombar.

DD → Fazer flexão de MMII com o triângulo
Em pé → Fazer retroversão de quadril e semi-flexão de joelhos

Fonte: Google

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Ano IX - © Tânia Marchezin - Fisioterapeuta - Franca/SP

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