Osteopatia


Osteopatia etmologicamente origina-se do Grego Osteon (osso) e Phatos (efeitos vindo do interior). A Osteopatia é então um termo correto que significa a influência da doença, suas causas e seus tratamentos manuais, e, não como se pensa, uma patologia do osso.

O tempo mínimo de formação em osteopatia é de cinco a seis anos com uma carga horária superior a 6.000 horas, sendo 4.500 horas de disciplinas comuns à medicina e fisioterapia e 1.500 horas de disciplinas específicas da osteopatia. No Brasil é reconhecida pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), através da resolução 220 de 2001 como especialidade profissional da fisioterapia.

A osteopatia é dividida em três grandes grupos: Osteopatia Estrutural, Crânio-sacra e Visceral.

Osteopatia Estrutural

É a osteopatia articular, é a parte responsável pelo aparelho músculo-esquelético e da postura, incide em toda a estrutura: osteotendinosa, muscular e fascial e que nos permite abordar numerosos problemas e desequilíbrios harmonizando as estruturas do corpo humano.

Osteopatia Crânio-sacral

É uma técnica sutil e manual para ajudar a detectar e corrigir os desequilíbrios do Sistema Sacro-cranial que podem ser a causa de disfunções intelectuais, motoras ou sensoriais.

Osteopatia Visceral

É o ramo da Osteopatia que se ocupa do tratamento de órgãos e vísceras, melhorando a função deles. A indicação das manipulações sobre o sistema digestivo é principalmente liberar as aderências que podem dificultar a irrigação sanguínea dos mesmos, seqüelas de cirurgias, infecções e ptoses. Sobre a caixa torácica trabalha-se, principalmente, os órgão como coração e pulmão, a mecânica respiratória, e as relações que esta, têm com a coluna dorsal e cervical.

Bases da Osteopatia

Ela está baseada na Anatomia, Fisiologia e na Semiologia. O tratamento se baseia num detalhado exame clínico, um aprofundado diagnóstico e um tratamento direcionado e suave sobre as estruturas em “disfunção”.

Indicações do tratamento osteopático

Na verdade são inúmeras as indicações do tratamento osteopático. As patologias mais frequentes que chegam ao profissional Osteopata são referentes a coluna vertebral, mas a atuação é muito mais ampla.

- Hérnias de disco e Protusões discais;

- Tendinites;

-Todos os tipos de dores na coluna (Lombalgia, Ciática, Cérvicobraquialgia, Dorsalgia, Escoliose, hipercifose, hiperlordose, Coccigodíneas, etc);

- Entorses de repetição;

- Alterações Posturais;

- Pubialgia;

- Cefaléias e Enxaquecas;

- Refluxo gastro esofágico, Hérnia de hiato, Ptose, Constipação (Prisão de ventre);

- Rinites;

- Zumbidos;

- Cólicas Menstruais, Prostatites, Cistites;

Contra indicações do tratamento osteopático

Câncer e tumores

Infecções agudas

Traumas recentes

Pós operatório imediato e fraturas

Afecções reumáticas em fase aguda

Fonte

2 Comentários:

Vania Fortes Bitar disse...

Tenho epicondilite bilateral lateral dos cotovelos e gostaria de saber se a osteopatia cura essa doença. Agradeço desde já se aleguem puder me ajudar com algumas informações a respeito .

Anônimo disse...

Vania Fortes Bitar A osteopatia não pode curar sua doença, o seu corpo pode curar desde que esteja em equilibrio. As técnicas osteopáticas não tratam cotovelos doentes e sim um individuo que possui uma patologia no seu cotovelo, procure por profissionais qualificados, você irá se surpreender com essa técnica cheia de filosofia!!!

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Ano IX - © Tânia Marchezin - Fisioterapeuta - Franca/SP

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