Prova fisioterapia conhecimentos gerais 1

1. Doença óssea sistêmica, caracterizada por baixa densidade óssea e deterioração microarquitetural do tecido ósseo, com aumento conseqüente na fragilidade óssea e na suscetibilidade a fraturas é a definição de:

(A) Osteoporose.
(B) Osteocondrite.
(C) Osteosarcoma.
(D) Osteomielite.
(E) Osteofitose.

2. As fraturas dos côndilos tibiais e da patela podem apresentar-se como complicações hemartroses. O tratamento indicado neste caso:

(A) exercícios estáticos passivos e ativos com elevação dos membros inferiores.
(B) exercícios ativos e elevação dos membros inferiores.
(C) exercícios passivos que podem ser feitos com algumas restrições.
(D) somente exercícios passivos.
(E) contração estática do quadríceps.

3. As fraturas de colo de fêmur são lesões comuns nos idosos e freqüentemente devido a traumas triviais. Considerando seu mecanismo, essas fraturas ocorrem porque, nessa faixa etária,

(A) aumenta a dificuldade de transpor obstáculos e locomover-se.
(B) o osso se encontra osteoporótico e frágil.
(C) aparecem os tremores senis nos idosos.
(D) diminui a acuidade visual.
(E) estão concentrados os fatores principais: tremores senis, dificuldade de locomoção, baixa acuidade visual, etc...

4. A indicação de exercícios para osteoartrite dos joelhos e do quadril tem por objetivo:

(A) aumentar o condicionamento aeróbico, aumentar a resistência dos exercícios gerais.
(B) aumentar as amplitudes articulares passivamente, fortalecer os músculos dos membros inferiores.
(C) melhorar a movimentação articular ativa e passivamente, fornecer condicionamento aeróbico e fortalecer os músculos dos membros inferiores.
(D) melhorar as amplitudes articulares ativa e passivamente, aumentar a resistência aos exercícios globais.
(E) melhorar os alongamentos dos membros inferiores, fortalecer músculos acessórios.

5. Paciente com luxação anterior de ombro, submetido à imobilização por determinado período de tempo. Após a retirada da imobilização, o fisioterapeuta deve iniciar exercícios:

(A) ativos e passivos para fortalecer abdutores e rotadores internos.
(B) ativos para fortalecer adutores e rotadores externos.
(C) resistidos para fortalecer adutores e rotadores externos.
(D) ativos para fortalecer abdutores e rotadores internos.
(E) isométricos, somente

6. Relacionado a fibrose cística é incorreto dizer que:

(A) é uma doença fibrocística do pulmão, com distúrbio das glândulas secretoras de muco, resultando em produção excessiva de suor e predisposição a infecções broncopulmonares crônicas.
(B) é um distúrbio hereditário comum e transmitido por um gene recessivo.
(C) as complicações inerentes à fibrose cística são: bronquiectasia, abcessos pulmonares, pneumotórax espontâneo, hepatopatia.
(D) o diagnóstico precoce e uma boa conduta permitem aumentar a expectativa de vida desses pacientes.
(E) tratamento fisioterapêutico diário é essencial, mediante as características pulmonares da fibrose cística.

7. Na bronquiectasia, a principal base do tratamento fisioterapêutico é:

(A) ganhar a confiança do paciente.
(B) ensinar técnica correta para tossir.
(C) ensinar o paciente a conviver com a doença.
(D) promover uma vida saudável.
(E) remover as secreções através de manobras de higienização brônquica.

8. Nas lesões torácicas, a conseqüência clínica mais comum de uma fratura de costela é pneumotórax ou hemotórax. Neste caso, indique os cuidados que o fisioterapeuta deve ter:

(A) Iniciar o tratamento pelo menos 72 horas após o trauma, pois essas lesões são normalmente muito graves e instáveis.
(B) Iniciar o tratamento quando esse tórax for devidamente drenado, após a avaliação médica e indicação do mesmo.
(C) Nessas lesões a fisioterapia respiratória está totalmente contra-indicada.
(D) Iniciar o tratamento, imediatamente após o paciente ser admitido na UTI, pois é uma maneira de evitar entubações prolongadas.
(E) Muitos pacientes com trauma torácico requerem entubação e suporte ventilatório, incluindo aumento dos níveis da pressão expiratória final positiva (PEEP), portanto a conduta deve ser iniciada após a retirada do suporte ventilatório.

9. Paciente desenvolveu pneumotórax traumático e foi submetido a um sistema de drenagem submersa. Preconiza-se como tratamento fisioterapêutico:

(A) somente exercícios de membros superiores para reexpansão pulmonar.
(B) apenas exercícios respiratórios específicos de expiração forçada para drenar o líquido.
(C) exercícios respiratórios associados a exercícios de membros superiores para reexpansão pulmonar.
(D) o tratamento fisioterapêutico é contra-indicado neste caso.
(E) o tratamento é iniciado tão logo o sistema de drenagem seja removido.

10. Paciente internado com crise asmática, apresentando acúmulo de secreção pulmonar e dispnéia importante. A conduta imediata da equipe multidisciplinar neste caso deve ser:

(A) aliviar broncoespasmo através de postura de relaxamento. Administração de broncodilatadores e, após evidente melhora da dispnéia, utilização de técnicas de remoção de secreção.
(B) utilização de técnicas de relaxamento do pescoço, cintura escapular e músculo torácico e após ensinar ao paciente o controle respiratório.
(C) aliviar broncoespasmo através de postura de relaxamento. Não é necessária a administração medicamentosa de broncodilatadores, pois somente com técnicas de remoção de secreção é possível tirá-lo da crise.
(D) utilização de técnicas de relaxamento e controle de toda musculatura respiratória, visando alívio do broncoespasmo.
(E) as técnicas fisioterapêuticas para pacientes com broncoespasmo estão contra-indicadas.

11. Entre os parâmetros que indicam a necessidade de ventilação artificial temos:

(A) volume corrente maior que 0,8ml/Kg.
(B) capacidade vital maior que 10 a 15 ml/Kg.
(C) freqüência respiratória maior que 35 rpm (respirações por minuto).
(D) força inspiratória menor que 10cm H²O.
(E) saturação de oxigênio menor que 85%.

12. Com relação à mielomeningocele, podemos afirmar que:

(A) é a forma mais grave de espinha bífida, onde há um defeito na fusão do arco laminar.
(B) é conhecida como espinha bífida oculta. Acomete pequena porcentagem de crianças. Há um defeito na fusão do arco laminar, podendo ser evidenciado na radiografia.
(C) é conhecida como espinha bífida cística, pois o arco vertebral não está fundido e o saco contendo meninges e líquido cefalorraquidiano faz protusão.
(D) é a forma mais grave de espinha bífida, com inevitável dano neurológico e a maior parte das crianças tem bexiga neurogênica e perda do controle do esfíncter.
(E) o defeito vertebral ocorre inicialmente na vida embrionária. Como a medula fica no canal vertebral, não é afetada, de modo que não há comprometimento neurológico.

13. A distrofia muscular de Duchenne faz parte de um grupo heterogêneo de doenças hereditárias que se caracteriza por:

(A) doença recessiva, início tardio e progressão lenta, ocorrendo somente em meninos.
(B) doença recessiva, rapidamente progressiva, ligada ao cromossomo x, ocorrendo somente em meninos.
(C) doença autossômica recessiva, de instalação lenta com fraqueza muscular flutuante.
(D) disfunção de células do corno anterior, de instalação lenta, resultando em perda muscular gradual.
(E) disfunção de células do corno anterior, resultando em perda gradual da função do neurônio motor inferior.

14. O Acidente Vascular Cerebral (AVC) se caracteriza por lesão no Sistema Nervoso Central, de origem vascular, determinando alterações em várias funções corporais. Considerando essas alterações, é incorreto dizer que:

(A) na hemiplegia a alteração do tônus provoca padrões posturais anormais.
(B) na hemiplegia a alteração do tônus pode levar o indivíduo a não ter uma imagem real do próprio corpo.
(C) a imagem corporal se caracteriza pela concepção que temos de nosso próprio corpo.
(D) a imagem corporal afetada no hemiplégico não tem correlação com os distúrbios sensório-motores da patologia.
(E) a sequela mais comum em um AVC é a hemiplegia.

15. A espasticidade é definida como aumento anormal do tônus muscular e:

(A) causada por lesão extra-piramidal, sendo uma resistência ao movimento passivo.
(B) causada por lesão piramidal, não podendo ser inibida por via medicamentosa.
(C) causada por lesão extra-piramidal, podendo ser inibida por via medicamentosa.
(D) exacerbação de reflexos que é desencadeada através de neurotransmissores excitatórios.
(E) exacerbação dos reflexos osteotendinosos, que pode ser inibida por via medicamentosa.

16. Paraplegia alta, onde o paciente apresenta movimentos de cabeça e membros superiores, independência nas atividades da vida diária, tendo certa dificuldade para transferência, pois o equilíbrio é precário. Sugerem lesão medular a nível de:

(A) C7.
(B) C5.
(C) T2.
(D) T10.
(E) L2.

17. A sequência correta a ser seguida, para o início da marcha de um paciente com órteses longas bilaterais e muletas axilares, é:

(A) plano, plano com obstáculo, terreno irregular, rampas, escadas.
(B) ensinar a cair, plano sem obstáculos, sentar.
(C) ensinar a cair, sentar, rampa e escadas.
(D) plano, sentar, ensinar a cair.
(E) A órtese longa não permite evolução, somente posicionamento em pé.

18. A utilização de órteses para o membro superior, tem como objetivo,

(A) melhorar a estética e a funcionalidade segmentar.
(B) promover repouso articular e ativar a circulação.
(C) evitar linfedema e neurite ascendente.
(D) Não devemos utilizar órtese em segmentos espásticos.
(E) prevenir deformidades e reduzir padrões hipertônicos.

19. Para a prevenção de trombose venosa profunda de membros inferiores, em pacientes internados, indique a melhor conduta fisioterapêutica:

(A) Exercícios gerais de membros superiores e inferiores, associados a exercícios respiratórios.
(B) Terapia anticoagulante, repouso absoluto dos membros inferiores.
(C) Movimentação passiva de membros superiores e inferiores, elevação dos pés da cama.
(D) Deambulação precoce, posição sentada com os membros inferiores pendentes.
(E) Exercícios gerais para membros inferiores, particularmente dos pés e tornozelos, uso de meias elásticas compressivas, elevação dos pés da cama.

20. As maiores causas de amputações dos membros inferiores são:

(A) doença vascular periférica e diabetes.
(B) deformidades congênitas.
(C) traumas diretos.
(D) paralisias completas.
(E) tumores malignos.

21. Ao realizar uma amputação, a fim de evitar compressão e desconforto com o uso de prótese, a cicatriz deve localizar-se preferencialmente

(A) na região Posterior.
(B) na região Lateral.
(C) na região Terminal.
(D) na região Anterior.
(E) em qualquer região, pois não existe desconforto com o uso de prótese.

22. Para realizarmos a prescrição de uma prótese, indique os fatores mais relevantes a serem considerados.

(A) Existem regras rígidas e específicas referentes a quem é ou não candidato a prótese e raramente conseguem.
(B) Um amputado deve ter reserva cardiovascular, boa cicatrização, amplitude de movimentos, nível de amputação adequado, força muscular para atingir uma função protética útil.
(C) Amputados idosos têm dificuldades musculares e, portanto, nestes casos, estão contra-indicadas as próteses.
(D) Todos os amputados são candidatos à colocação de prótese.
(E) Amputados jovens, mesmo com deformidades estruturadas nos membros, têm condições de utilizar prótese.

23. A atividade física tem seu efeito positivo nos mecanismos biológicos na presença de doenças cardíacas. Entretanto, esta atividade também melhora indiretamente outros fatores de risco coronarianos que são:

(A) tabagismo, trombose coronariana.
(B) menopausa, aterosclerose coronariana.
(C) estresse, diabetes.
(D) osteoporose, sedentarismo.
(E) hipertensão, perfil lipídico sanguíneo.

24. Na reabilitação de pacientes cardiopatas são prescritos os exercícios:

(A) ativos livres.
(B) passivos.
(C) isométricos.
(D) calistênicos.
(E) não existe proscrição para indivíduos cardiopatas.

25. A inervação do músculo quadríceps femural é feita por:

(A) T12, L1, L2.
(B) L1, L2, L3.
(C) L4, L5, S1.
(D) L2, L3, L4.
(E) S1, S2, S3.

26. A inervação do músculo tibial posterior é feita por:

(A) L1, L2.
(B) L5, S1.
(C) L2, L3.
(D) L4, L5.
(E) S1, S2.

27. Os músculos gastrocnêmio e sóleo realizam a flexão plantar do tornozelo e são inervados por:

(A) L3, L4.
(B) L4, L5.
(C) S1, S2.
(D) L5, S1.
(E) L2, L3.

28. O músculo quadrado lombar é responsável pelo movimento de:

(A) elevação da pelve.
(B) depressão da pelve.
(C) flexão do quadril.
(D) extensão do quadril.
(E) extensão do tronco.

29. Com relação à articulação L5 – S1, não é correto afirmar que:

(A) é a dobradiça lombo-sacral.
(B) as facetas superiores de L5 são do tipo lombar, e as facetas inferiores são frontais.
(C) o escorregamento anterior do corpo da 5ª vértebra lombar é limitado pela tensão dos ligamentos íliolombares.
(D) é a articulação rígida sujeita a grande tensão.
(E) o corpo da 5ª vértebra lombar tende a escorregar para trás.

30. Em paciente com músculos abdominais fracos e flexores do quadril fortes, é possível ocorrer deformidade de:

(A) escoliose da coluna vertebral.
(B) semi-flexão de joelhos.
(C) cifose da coluna dorsal.
(D) hiperextensão da coluna lombar.
(E) não ocorre deformidade.

31. Considerando que o tratamento de eletroterapia, a ser ministrado, seja em tecidos profundos, e portanto com corrente de média freqüência para diminuir a resistência capacitiva dos tecidos, as correntes que podem ser utilizadas são:

(A) tens, ultra-excitante.
(B) farádica, galvânica.
(C) senoidal, diadinâmica.
(D) interferencial, russa.
(E) senoidal, tens.

32. A estimulação elétrica transcutânea é uma medida terapêutica que tem sua maior indicação ao ser utilizada, com o objetivo:

(A) de hipertrofia muscular.
(B) de diminuição dos estímulos dolorosos.
(C) do restabelecimento da coordenação muscular.
(D) da restauração da circulação periférica.
(E) da vasodilatação profunda dos tecidos.

33. As contra-indicações, ao uso de estimulação elétrica neuro-muscular, são:

(A) espasticidade, hipersensibilidade.
(B) úlceras de pressão, atrofia muscular.
(C) abdomem gravídico, seio carótido.
(D) doenças circulatórias, hipersensibilidade.
(E) dor periférica, limitação de movimentos.

34. A órtese dinâmica usada na lesão do nervo radial tem como principal função evitar a:

(A) hipertrofia dos extensores e hipotonia dos flexores
(B) contratura dos flexores e dos extensores
(C) contratura dos extensores e estiramento dos flexores
(D) atrofia dos extensores e estiramento dos flexores
(E) contratura dos flexores e estiramento dos extensores

35. A terapia por ultra-som produz absorção maior nos tecidos:

(A) ligamentos, cápsulas intra-articulares, hemoglobina.
(B) pele, tendões, cápsulas intra-articulares.
(C) gordura, ligamentos, proteína em tecido nervoso.
(D) hemoglobina, gordura, proteína no músculo.
(E) pele, músculo, ligamentos.

36. Relacione quais das circunstâncias a aplicação de Ondas-curtas, pulsada ou contínua pode ser perigosa ou causar dano:

(A) 8º pós-operatório de meniscectomia e radiculopatias.
(B) fase hemorrágica e inflamatória das lesões teciduais.
(C) lesões ligamentares, tecidos isquêmicos.
(D) sensibilidade térmica alterada, tumores malignos.
(E) contusão muscular, mialgias.

37. O laser constitui um tipo de calor por

(A) conversão.
(B) convecção lumínico.
(C) condução.
(D) convecção não-lumínico.
(E) combustão.

38. O princípio físico que auxilia o movimento no tratamento de hidroterapia é:

(A) pressão hidrostática.
(B) força frontal.
(C) empuxo.
(D) turbulência.
(E) velocidade.

39. Paciente vítima de acidente automobilístico, com ferimentos contusos na coxa e aderências cicatriciais. O massageamento indicado, neste caso, é do tipo:

(A) fricção.
(B) percussão.
(C) zona reflexa.
(D) deslizamento superficial.
(E) não é indicado massageamento.

40. O recurso de massoterapia é contra-indicado em:

(A) músculos desnervados, obesidade.
(B) feridas abertas, tromboflebite.
(C) hiposensibilidade e dor.
(D) falta de circulação periférica e geral.
(E) celulite, cicatrizes.

41. É proibido ao fisioterapeuta e ao terapeuta ocupacional, nas respectivas áreas de atuação, EXCETO

(A) delegar suas atribuições, por motivo relevante
(B) prescrever medicamento
(C) recomendar, prescrever e executar tratamento, quando desnecessário
(D) emprestar, mesmo a título gratuito, seu nome, fora do âmbito profissional, para propaganda de instrumental ou equipamento.
(E) trabalhar em empresa não registrada no Conselho Regional de Fisioterapia.

42. Considerando as atribuições e deveres do fisioterapeuta e terapeuta ocupacional:

I. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional fazem o diagnóstico fisioterápico e/ou terapêutico ocupacional e elaboram o programa de tratamento
II. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional reprovam quem infringe postulado ético ou dispositivo legal e o representam à chefia imediata e à instituição, quando for o caso, e, em seguida, se necessário, ao Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional.
III. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional protegem o cliente e a instituição em que trabalham contra danos decorrentes de imperícia, negligência ou imprudência por parte de qualquer membro da equipe.
IV. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional comunicam ao Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional recusa ou demissão de cargo, função ou emprego, motivada pela necessidade de preservar os legítimos interesses de suas profissões.

Podemos afirmar que

(A) I,II e III estão corretas
(B) I e II estão corretas
(C) II e IV estão corretas
(D) I, II e IV estão corretas
(E) todas estão corretas


01 = (A) - 02 = (E) - 03 = (B) - 04 = (C) - 05 = (D)
06 = (A) - 07 = (E) - 08 = (B) - 09 = (C) - 10 = (A) 11 = (D) - 12 = (D) - 13 = (B) - 14 = (D) - 15 = (E) 16 = (C) - 17 = (A) - 18 = (E) - 19 = (E) - 20 = (A) 21 = (C) - 22 = (B) - 23 = (E) - 24 = (C) - 25 = (D) 26 = (B) - 27 = (C) - 28 = (A) - 29 = (E) - 30 = (D) 31 = (D) - 32 = (B) - 33 = (C) - 34 = (E) - 35 = (A) 36 = (D) - 37 = (B) - 38 = (C) - 39 = (A) - 40 = (B)41 = (A) – 42 = (E)

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Ano IX - © Tânia Marchezin - Fisioterapeuta - Franca/SP

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