Índice de Schober



Mede o grau de flexão da coluna vertebral. 

Assinala-se com tinta a junção lombossacra e depois um ponto 10 cm acima. 



Após pede-se para o paciente flexionar a coluna sem dobrar as pernas, medindo-se novamente à distância. 

Normalmente aumenta de 4 a 5 cm, ou seja, a distância vai para 14 a 15cm. Índices baixos devem levantar suspeitas de doenças que comprometam a flexibilidade principalmente espondilose anquilosante.


Degeneração Walleriana

É o termo empregado para degeneração de axônios e suas bainhas de mielina após secção do nervo, geralmente traumática.  O material resultante da degeneração da mielina e dos axônios tende a formar enovelado de membranas conhecidas como figuras de mielina.  Estas são encontradas tanto no citoplasma das células de Schwann como em macrófagos que afluem ao local para auxiliar na remoção dos debris.


As alterações ocorrem nas fibras nervosas desde o ponto de rompimento distalmente ao órgão efetor ou receptor e proximalmente até o nodo de Ranvier acima da incisão. Embora a degeneração inicial comece no local da lesão, ocorrem alterações subseqüentes simultaneamente em toda a extensão da fibra nervosa.

Degeneração Walleriana: debris de mielina (em células de Schwann) degenerada formam redemoinhos de membranas eletrodensas em meio a prolongamentos tumefeitos de uma célula de Schwann. Corte fora da área do núcleo. Sabe-se que é uma célula de Schwann pela membrana basal (inserção, seta). No endonêurio, a presença de membrana basal identifica com segurança uma célula ou parte dela como célula de Schwann.




Degeneração Walleriana: debris de mielina em macrófagos.  Os macrófagos são reconhecidos pelos pseudópodos finos a toda volta, e pela ausência de membrana basal. Os fibroblastos do endonêurio e células inflamatórias, inclusive macrófagos, são desprovidos de membrana basal.
 

Sinal de Babinski



Consiste na dorsiflexão do primeiro pododáctilo quando a planta do pé é estimulada por um estilete de ponta romba, no sentido da borda lateral do pé em direção ao terceiro pododáctilo. A resposta normal seria a flexão plantar dos dedos do pé. A posição neutra dos dedos seria uma resposta suspeita.

O sinal de Babinski pode indicar lesão superior no neurônio motor da medula espinhal na região torácica ou lombar, ou pode indicar doença cerebral - constituindo lesão no trato corticoespinhal.



Ocasionalmente um reflexo plantar patológico é o primeiro (e único) indício de um processo patológico sério e um reflexo plantar claramente anormal frequentemente requer investigações neurológicas detalhadas, incluindo tomografia computadorizada do cérebro ou ressonância magnética da coluna vertebral, assim como punção lombar para o estudo do líquido cefalorraquidiano.

 

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Ano IX - © Tânia Marchezin - Fisioterapeuta - Franca/SP

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