A importância e atuação do fisioterapeuta na polineuropatia do paciente crítico -PPC


Apesar das amplas vantagens oferecidas pela mobilização, o fisioterapeuta deve obedecer a critérios rígidos de segurança, e alguns fatores devem ser sempre avaliados antes de qualquer procedimentos. Como a escolha da melhor técnica, a intensidade, a frequência e a duração do tratamento ou, ainda, saber o momento de aumentar o nível de atividade ou mesmo quando interrompê-la, devem fazer sempre parte do cotidiano do terapeuta.

A mobilização sem critérios pode submeter o paciente a riscos desnecessários.

São considerados critérios cardiovasculares importantes para iniciar a mobilização:

·     Frequência cardíaca (FC) <50% da FC Máxima;
·     pressão arterial sistólica (PAS) entre 90 e 170mmhg;
·     pacientes que não necessitem de medicamentos vasopressores;
· ausência de arritmias descontroladas, angina instável, infarto agudo do miocárdio recente ou disfunções cardíacas importantes;
·     ausência de recentes mudanças no eletrocardiograma (ECG) de repouso.

São considerados critérios respiratórios importantes para iniciar a mobilização:

·     possibilidade de se manter a VM durante o tratamento;
·  relação  entre a pressão arterial de oxigênio (PaO2) e fração inspirada de oxigênio (FiO2) – PaO2 / FiO2 > 300;
·     saturação periférica de oxigênio (PaO2) > 90%;
·     FiO2 menor ou igual 55%;
·     PaO2 > 60mmhg;
·     pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) de 50-55mmhg;
·     ventilação minuto pelo peso corporal > 150L/kg;
·     frequência respiratória (FR) até 30 ciclos/minuto em suporte ventilatório adequado;

Outros parâmetros clínicos, como os descritos a seguir, devem ser avaliados para se tomar a decisão de quando iniciar ou até quando manter um protocolo de mobilização de forma segura.

·     Hemoglobina > 7g/dL;
·     alterações da coagulação (plaquetas > 20.000 células/mm³);
·     temperatura corporal <38°C;
·     excesso de peso deve ser gerenciado (cuidado especial deve ser dado aos pacientes com índice de massa corporal – IMC >35kg/m²);
·     nível de glicose no sangue 3,5-20mmol/L;
·     avaliação exaustiva de paciente que referem dor, fadiga, falta de ar;
·     pressão intracraniana (PIC) < 20mmhg;

Após iniciada a mobilização, alguns critérios de segurança devem ser avaliados para interrupção das atividades, como:

·     variação da pressão arterial em 20% da atual;
·     aumento excessivo da FC;
·     batimentos cardíacos ectópicos ou presença de arritmias;
·     diminuição importante da relação PaO2/FiO2 ou da SpO2;
·     ansiedade importante ou sinais de desconforto importantes.

Além dos antecedentes pessoais, o fisioterapeuta deve possuir conhecimento adequado para desenvolver a técnica proposta a ter uma equipe de apoio para qualquer eventualidade, sempre priorizando a segurança.

Tipos de intervenções capazes de promover a reabilitação e a preservação da funcionalidade na PPC

Alguns protocolos estão sendo criados para a reabilitação precoce destes pacientes. Protocolo cinesioterapêutico Laufer em pacientes que fizeram uso prolongado de corticóides e curare – (polineuropatia do paciente crítico)15 que consiste das seguintes etapas:

1)    Testes diário de reflexo;
2)    Durante o período de sedação é realizado a cinesioterapia Motora Passiva segundo respaldo científico do artigo Neural Substrate for the effects of passive training on sensoriomotor crtical representation: a study with functional magnetic resonance imaging in healthy subjects. Eles defendem que o movimento passivo repetido apresenta representação cortical observado no exame de ressonância magnética. Além disto, o trabalho passivo mantém integras as estruturas articulares durante o período prolongado de imobilização no leito realizado na UTI;
3)    Quando o paciente inicia a internação com o meio ambiente estabelece-se a Cinesioterapia Motora Ativa Assistida, visando o aumento de força e resistência muscular localizada;
4)    Trabalha-se com Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva dando ênfase ao reflexo de estiramento e quando necessário utiliza-se a crio-estimulação;
5)    Inicia-se a Cinesioterapia Ativa Livre, seguida da Cinesioterapia Resistida, controle de tronco e do ortostatismo;
6)    Finaliza-se o trabalho com a deambulação pelo quarto e depois no corredor.

A mobilização modificado de Morris e colaboradores segue uma proposta de protocolos que traz cinco níveis de mobilização, iniciando no estágio I, com o paciente inconsciente, por meio do alongamento passivo e da mobilização passiva dos membros inferiores (MMII) e superiores (MMSS) até o estágio V, em que o paciente poderá ser transferido ativamente para a poltrona e iniciar a deambulação assistida.

            Estágio I (paciente inconsciente)

 Enquanto o paciente estiver inconsciente, deve ser realizado alongamento passivo para os músculos dos MMSS e MMII.
As mobilizações passivas podem ser feitas em todas as articulações  dos MMSS e MMII, no mínimo, duas vezes ao dia. Para cada articulação, podem ser realizadas dez mobilizações em todo arco de movimento.
Também deve ser realizado o posicionamento articular, em que o paciente será deixado em posição neutra.
       
            Estágio II (paciente consciente)

Quando o paciente obedecer comandos para abrir os olhos, direcionar o olhar, abrir a boca e protrair a língua, ele poderá ser classificado como passível de interação. O avanço para o nível II também exige do paciente um grau de força 2 para os MMSS.
 Neste nível, além das mobilizações realizadas anteriormente, pode-se iniciar exercícios ativo-assistidos e ativos-livres nas mesmas articulações.  Também pode-se exigir do paciente a manutenção da posição sentada por 20 minutos, duas vezes ao dia.

             Estágio III

Com a melhora da força muscular para os MMSS acima de 3, os pacientes podem realizar os mesmos exercícios do nível anterior, sendo primeiro contra gravidade e segundo com auxílio de peso. Pode também ser realizada transferência para a beira do leito e cicloergometria para MMII por 3, 5 e 10 minutos com a escala de borg entre 16, 17

            Estágio IV

No penúltimo estágio do programa de mobilização, caso o paciente possa realizar a flexão de quadril e a extensão do joelho contra gravidade, ou seja, apresentar grau de força muscular para o quadríceps maior ou igual a 3, ele poderá ser transferido do leito para a cadeira e manter-se em ortostatismo.

            Estágio V

No último estágio do programa de mobilização, o paciente pode ficar na postura ortostática e realizar os mesmos exercícios do nível IV com adição de exercícios de equilíbrio, transferência de peso para os lados, para frente, para trás e a deambulação assistida.
 Outra estratégia importante nos protocolos de mobilização é o posicionamento funcional, utilizado de forma passiva ou ativa, com benefícios na estimulação neuromusculoesquelética, no controle autonômico, melhorando o estado de alerta e promovendo estimulação vestibular, além de facilitar uma boa resposta à postura antigravitacional, prevenindo contraturas musculares e edema linfático e minimizando os efeitos adversos da imobilização prolongada no leito.
Tem-se utilizado períodos de interrupção sistemática da sedação com o objetivo de facilitar a realização da atividade física e permitir que o paciente possa mobilizar-se ativamente, possibilitando a avaliação da capacidade funcional dos pacientes, o que irá ajudar a determinar a intensidade do exercício.
Outro tipo de intervenções que vem sendo discutido é a eletroestimulação neuromuscular no paciente crítico, onde vem ganhando destaque na melhora da função muscular e na prevenção das alterações musculares.
 Em pacientes incapazes de realizar contração muscular voluntária, como acontece nos pacientes críticos na fase aguda, a eletroestimulação neuromuscular (ENM) pode ser utilizada como recurso fisioterapêutico para prevenir hipotrofia e melhorar a função muscular por meio da estimulação elétrica de baixa voltagem de nervos motores periféricos, proporcionando contração muscular involuntária e aumento da capacidade muscular oxidativa.
A ENM isoladamente promove envolvimento de menor massa muscular quando comparada ao exercício ativo. Porém alguns estudos demonstraram que o programa combinado de ENM com exercícios físicos aumenta significativamente a força muscular se comparados com programas de exercícios isolados.
O treinamento muscular com eletroestimulação trazem alguns efeitos como: prevenção da atrofia muscular; aumento da massa e força musculares; melhora da capacidade oxidativa do músculo e aumento da resistência aeróbica; aumento do suplemento sanguíneo muscular; modificação da tipologia das fibras musculares; redução de edema e inflamação sistêmica; melhora da capacidade física ao exercício; e melhora na qualidade de vida.
Gerovasili e colaboradores demonstraram que a implementação precoce (a partir do segundo dia de internação) de um programa diário de 45 minutos de ENM de MMII foi bem tolerada e capaz de atenuar a perda de massa muscular em pacientes críticos observada por meio da ultrassonografia.
Gerovasili e colaboradores, em um outro estudo,observaram que a ENM também foi capaz de induzir efeitos agudos sobre a microcirculação sistêmica em pacientes críticos. Esses efeitos foram demonstrados pelo aumento da perfusão sanguínea na musculatura tênar logo após a aplicação de 45 minutos de ENM em MMII de pacientes críticos.
É possível que citocinas inflamatórias (por exemplo,interleucinas-IL-6), liberadas pela aplicação local da ENM e posteriormente distribuídas pela corrente sanguínea, possam ser responsáveis pelo efeito sistêmico da ENM. Esses achados podem justificar o uso da ENM como uma importante ferramenta terapêutica para prevenir a polineuropatia do paciente crítico.
Routsi e colaboradores verificaram que a aplicação precoce e diária da ENM em pacientes críticos com escore de Acute Phisiology And Chronic Health Evoluation (APACHE- II) > 13, inclusive sob o uso de corticosteroides e bloqueadores neuromusculares, pode ter prevenido o desenvolvimento da polineuropatia do paciente crítico. Nesse estudo, o protocolo de ENM para os MMII contribuiu para manter a função muscular periférica avaliada pelo escore de força muscular do MRC, e também o tempo de desmame da VM.
A aplicação da ENM como método de treinamento muscular periférico em pacientes críticos apresenta algumas vantagens, como:

·         Fácil aplicação;
·         Segurança e boa tolerância;
·         Dispensa da cooperação do paciente, permitindo treinamento em pacientes inábeis para realizar exercícios ativos;
·         Possibilidade de aplicação imediatamente após a admissão do paciente na UTI;
·         Promoção de menor estresse sob os sistemas cardiovascular e respiratório do que os exercícios ativos em pacientes muito limitados.
           
Também serão citadas algumas intervenções relacionadas com as condições respiratória do sistema pulmonar. Como: remoção de secreção e a prevenção e restauração de atelectasias.
               
a)    Terapia de remoção de secreção

A terapia de higiene brônquica (THB) é um conjunto de intervenções de promover ou auxiliar o paciente na remoção de secreções das vias aéreas. Na terapia intensiva tem sido direcionada aos pacientes sob ventilação espontânea ou VM. Em sua indicação devem ser considerados alguns aspectos, entre eles: o diagnostico funcional; o impacto sobre a função pulmonar; se o paciente experimenta dificuldade na expectoração; nível de cooperação e desempenho; a interação de maior efeito e menor dano; o custo operacional; a preferência do paciente.
O posicionamento e a mobilização são intervenções de primeira linha e devem permear as demais intervenções, oferecendo segurança com baixo custo operacional, tendo impacto na função muscular, distribuição ventilatória, clearance mucociliar, oxigenação e a regionalização da capacidade residual funcional (CRF), com efeito protetor na hiperdistensão alveolar.

b)   Terapia de expansão pulmonar

A terapia de expansão pulmonar tem por objetivo principal incrementar o volume pulmonar através do aumento do gradiente de pressão transpulmonar, seja por redução da pressão pleural ou por aumento na pressão intra-alveolar.
O uso de dispositivos ou equipamentos que gerem pressão positiva nas vias aéreas pode ser aplicado somente na fase inspiratória, somente na fase expiratória ou em ambas as fases da respiração. Neste grupo estão os dispositivos que oferecem: respiração por pressão positiva intermitente (RPPI), pressão positiva expiratória nas vias aéreas (expiratory positive airway pressure – EPAP), pressão positiva contínua nas vias aéreas (continue positive airway pressure – CPAP) e ventilação com dois níveis de pressões nas vias aéreas (Bi – level).
O uso clínico da RPPI foi descrito pela primeira vez por Motley em 1947, sendo seus objetivos principais o aumento do volume corrente e consequentemente aumento do volume-minuto, otimizando as trocas gasosas.20 . É uma técnica que pode ser utilizada para pacientes intubados e não-intubados e consiste na aplicação de pressão positiva nas vias aéreas durante a fase inspiratória. Pode ser realizada com ventiladores ciclados a volume, pressão, tempo e fluxo ou com hiperinsuflador manual (ambú).
A EPAP é uma técnica que consiste na aplicação de pressão positiva somente durante a fase expiratória do ciclo respiratório, como válvulas spring-loaded, que podem estar conectados a máscara, bocais ou diretamente a via aérea artificial (VAA) dos pacientes. A pressão positiva expiratória final (positive expiratory end pressure – PEEP) produzida promove aumento dos volumes pulmonares e recrutamento alveolar.20
A CPAP é obtida com gerador de fluxo podendo ser utilizada em pacientes em ventilação espontânea com e sem VAA e consiste na aplicação de um nível de PEEP associada a um fluxo inspiratório nas vias aéreas.20 Os benefícios do uso da CPAP estão largamente descritos na literatura e estão diretamente relacionados ao aumento da pressão alveolar e da CRF. Estes benefícios, consequentemente, determinam recrutamento de alvéolos previamente colapsados.
O Bilevel é um modo de ventilação não-invasiva que tem como característica a utilização de dois níveis de pressão positiva, que são aplicadas na fase inspiratória e expiratória, gerando aumento da prassão pulmonar. A pressão aplicada durante a fase inspiratória é sempre maior que a expiratória, ocorra aumento da pressão transpulmonar.
Na atualidade, o Bilevel e a CPAP são recursos utilizados para expansão pulmonar, contudo o Bilevel deve ser o recurso de primeira escolha devido a vantagem de fornecer dois níveis de pressões separadamente. A CPAP não é capaz de aumentar a ventilação alveolar, motivo pelo qual, na presença de hipercapnia, é dada preferência ao uso da ventilação não-invasiva com dois níveis de pressões.
Nos pacientes com uma VAA a hiperinsuflação manual ou com o  ventilador promovem a expansão das unidades pulmonares colapsadas por meio do aumento do fluxo aéreo para as regiões atelectasiadas através dos canais colaterais, do mecanismo de interdependência alveolar e da renovação do surfactante alveolar. Além disso, a ventilação colateral as unidades alveolares obstruídas favorece o deslocamento das secreções pulmonares das vias aéreas periféricas para regiões mais centrais, promovendo a expansão das atelectasias. A oferta de volumes pulmonares maiores pode aumentar a pressão transpulmonar e favorecer a expansão alveolar e a desobstrução de vias aéreas.
A utilização da PEEP como recurso na terapia de expansão pulmonar está diretamente relacionada à melhora das trocas gasosas e da mecânica ventilatória devido a sua capacidade de gerar aumento dos volumes pulmonares e recrutamento alveolar, com incremento da CRF. Em pacientes sob VM, o aumento da PEEP é um dos recursos que pode ser utilizado com estes objetivos.
O posicionamento deve estar sempre associado a outros recursos considerando os princípios fisiológicos e a mecânica respiratória. A expansão pulmonar é favorecida pelas diferenças regionais de ventilação em espacial as regiões não-dependentes. A pressão pleural mais negativa permite que os alvéolos das regiões não-dependentes durante a fase expiratória tenham um volume maior e mais estabilidade quando comparados aos alvéolos das regiões dependentes. Deve-se levar em consideração este conhecimento ao serem utilizados todos os recursos de expansão pulmonar, sejam eles em VM ou em ventilação espontânea, para que sejam otimizados os recursos aplicados conjuntamente.

Fonte: Andréia Castro Neves - A importância da fisioterapia na polineuropatia do paciente crítico

Questões de concursos fisioterapia parte 4


Questões de diversas banca. ATENÇÃO: Os gabaritos são os fornecidos pelas bancas e o blog se exime de possíveis discordâncias. Utilize os comentários e debata sobre o tema.



99) Se posicionarmos um paciente em decúbito lateral direito, podemos afirmar que:
(a) a CRF será maior no pulmão direito;
(b) o pulmão esquerdo será melhor perfundido;
(c) a CRF será maior no pulmão esquerdo;
(d) o pulmão esquerdo será mais ventilado;
(e) os dois pulmões serão mais ventilados.

100) As fases da tosse são:
(a) inspiração profunda – compressão – expulsão;
(b) inspiração rápida – compressão – expulsão;
(c) inspiração normal – compressão – expulsão;
(d) inspiração a médio volume – expulsão rápida;
(e) inspiração rápida – compressão – expulsão rápida.

101) Desvio homolateral do mediastino, elevação da hemicúpula diafragmática do mesmo lado e hipotransparência são sinais radiológicos típicos de:
(a) empiema pleural;
(b) condensação;
(c) pneumotórax;
(d) enfisema;
(e) atelectasia.

102) O ciclo ativo da respiração é uma técnica de:
(a) fortalecimento muscular;
(b) expansão pulmonar;
(c) condicionamento físico;
(d) desobstrução das vias aéreas;
(e) reeducação respiratória.

103) Quanto aos mecanismos das técnicas de remoção de secreção pulmonar, é possível afirmar que:
(a) a expansão pulmonar não exerce efeito desobstrutivo;
(b) a expiração forçada partindo de baixos volumes desloca os pontos de igual pressão para periferia podendo favorecer a remoção de secreções de pequenas vias aéreas;
(c) a expiração forçada partindo de altos volumes desloca os pontos de igual pressão para periferia podendo favorecer a remoção de secreções de pequenas vias aéreas;
(d) a expiração forçada sempre causa colapso de vias aéreas e não auxilia no deslocamento de secreções;
(e) a tosse auxilia na remoção de secreções periféricas.

104) O principal instrumento para adequação da intensidade do treinamento em esteira dos pneumopatas crônicos é:
(a) freqüência cardíaca;
(b) freqüência respiratória;
(c) escala de dispnéia;
(d) avaliação da qualidade de vida;
(e) escala de Borg.

105) Paciente na enfermaria apresenta dispnéia intensa, necessidade de técnica para desobstrução pulmonar. O procedimento mais adequado é:
(a) espirometria de incentivo;
(b) EPAP (PEP);
(c) drenagem postural;
(d) CPAP;
(e) respiração diafragmática.

106) Paciente com uma doença restritiva, apresentando capacidade vital bastante reduzida (< 10 ml/Kg). A técnica fisioterapêutica mais indicada é:
(a) espirometria de incentivo;
(b) respiração com pressão positiva intermitente;
(c) flutter;
(d) respiração profunda;
(e) drenagem postural.

107) A escala de pontuação do esforço percebido de Borg é utilizada para avaliar:
(a) a percepção do paciente quanto a suas alterações sensitivas;
(b) a percepção do paciente quanto à intensidade de trabalho;
(c) a percepção do paciente quanto ao seu tônus;
(d) a percepção do terapeuta quanto a variação de tônus muscular;
(e) a percepção do terapeuta quanto às alterações sensitivas.

108) Um dos principais efeitos descondicionantes do repouso prolongado no leito é:
(a) elevação da concentração de proteína sérica;
(b) aumento da capacidade vital;
(c) aumento na resposta da freqüência cardíaca ao esforço;
(d) equilíbrio positivo de nitrogênio e cálcio;
(e) aumento da volemia.

109) A escala de coma de Glasgow avalia:
(a) nível de lesão medular;
(b) nível de consciência do paciente;
(c) nível de funcionalidade;
(d) força muscular e amplitude articular;
(e) nível do déficit cognitivo.

Leia o texto abaixo e responda às questões de n° 110 a 112:

Uma série de sistemas terapêuticos são comercializados atualmente para a prática da fisioterapia pneumofuncional. Uma gama de conceitos e prováveis efeitos são descritos na literatura a respeito desses sistemas, dentre os quais alguns estão relacionados abaixo:

1- produz pressão positiva oscilante
2- resistor expiratório por orifícios
3- resistor tipo spring loaded
4- produção de pressão positiva expiratória nas vias aéreas
5- sistema de demanda
6- sistema de fluxo contínuo
7- produção de pressão positiva expiratória contínua nas vias aéreas
8- variação da resistência de acordo com a taxa de fluxo expiratório

110) Com relação ao sistema para terapia denominado EPAP, os itens que estão corretamente relacionados com este procedimento terapêutico são os de números:
A) 1 2 6
B) 1 7 8
C) 3 4 5
D) 4 7 8

111) Com relação so sistema terapêutico denominado CPAP, os itens que estão corretamente relacionados com este procedimento terapêutico são os de números:
A) 1 2 3
B) 5 6 7
C) 4 6 8
D) 3 6 7

112) Com relação ao sistema terapêutico denominado flutter os itens que estão corretamente relacionados com este procedimento terapêutico correspondem aos números:
A) 1 3 6
B) 1 2 8
C) 1 4 7
D) 1 5 8

113) Durante a espirometria são avaliados diversos parâmetros, dentre os quais pode-se destacar alguns, citados abaixo:
1) CVF
2) VEF 1
3) PEAK FLOW
4) FEF 25-75%
5) VMV

Numa espirometria que revela um padrão de diagnóstico funcional compatível com um quadro exclusivo de doença pulmonar restritiva, pode-se, com base na literatura, predizer que, provavelmente, estarão alterados os itens de números:
A) 1 3
B) 1 4
C) 1 5
D) 2 3

114) O regime ventilatório no qual se objetiva a manutenção de uma PaCO² entre 25 e 28 mmHg é denominado:
A) normoventilação
B) hiperventilação
C) hipoventilação controlada
D) alta freqüência

115) Das pneumopatias ocupacionais, as pneumoconioses têm grande relevância. A pneumoconiose mais comum no Brasil é a:
A) berilose
B) silicose
C) caulinose
D) talcose

116) Significa o mesmo que unidades terminais da árvore brônquica também conhecida por zona de troca:
A) sacos bronquiolares
B) bronquíolo terminal
C) bronquíolo respiratório
D) ácino

117) Em relação à anatomia da traquéia é correto afirmar:
A) a traquéia tem revestimento pseudo-extratificado e revestimento ciliar
B) principal via de condução aérea logo após a faringe, tendo origem na cartilagem cricóide
C) sua última cartilagem é a carina sendo a mais espessa e a maior delas, dando origem aos brônquios principais extrapulmonares
D) cartilagem em forma de C unida por tecido elástico, fechado posteriormente por músculo fibroso, com diâmetro máximo de 3cm

118) Hiperinsuflação dinâmica corresponde:
A) aumento da pressão de platô
B) aumento da resistência da via aérea
C) PEEP extrínseco
D) auto-PEEP

119) A técnica de ELTGOL consiste em:
A) expiração forçada com fechamento da glote
B)inspiração à nível de CRF e fechamento glótico
C) expiração forçada com abertura da glote seguida de tosse
D) expiração lenta e total com a glote aberta em decúbito lateral

120) Paciente sofreu um trauma e foi internado com um quadro de coleção ou efusão de sangue na cavidade pleural apresentando assim:
A) enfisema
B) herniação
C) hiperventilação
D) hemotórax

121) Os músculos cujas fibras são oblíquas para cima e para dentro e têm uma direção paralela à das fibras do músculo supracostal denominam-se:
A) pequenos supracostais
B) intercostais internos
C) intercostais externos
D) deltóides

122) O músculo que possui dupla origem, uma medial no manúbrio e outra lateral ao terço médio da clavícula é o:
A) trapézio
B) peitoral maior
C) supra-espinhoso
D) esternoclidomastóideo

123) A doença pulmonar difusa, determinada geneticamente como recessiva autossômica, que envolve o mau funcionamento das glândulas exócrinas, com secreções anormais no corpo, alta concentração de sódio e cloro no suor e mau funcionamento do pâncreas, denomina-se:
A) enfisema
B) fibrose cística
C) bronquite
D) asma

124) A inflamação do parênquima pulmonar caracterizada por consolidação e exsudação, causada por uma infecção bacteriana ou viral do trato respiratório inferior, denomina-se:
A) atelectasia
B) bronquiectasia
C) bronquite
D) pneumonia

125) O principal músculo da respiração, cuja forma é de cúpula e separa as cavidades torácicas do abdômen é:
A) diafragma
B) reto abdominal
C) transverso do abdômen
D) oblíquo interno do abdômen
E) oblíquo externo do abdômen

126) O músculo que tem sua inserção nas cartilagens costais da quinta, sexta e sétima costelas e processo xifóide do esterno é:
A) reto do abdômen
B) transverso do abdômen
C) oblíquo interno do abdômen, fibras laterais
D) oblíquo externo do abdômen, fibras anteriores
E) oblíquo interno do abdômen, fibras anteriores superiores

127) Paciente com 8 anos de idade apresenta doença pulmonar obstrutiva, relacionada à hipersensibilidade da traquéia e brônquios, que dificultam a respiração devido a broncoespasmo e aumento na produção de muco. Pode-se dizer que este paciente é portador de:
A) asma
B) enfisema
C) bronquiectasia
D) fibrose cística
E) bronquite crônica



Gabarito

99-C 100-A 101-E102-D 103-B 104-E 105-D 106-B 107-B 108-C 109-B 110-C 111-D 112-B 113-C 114-B 115-B 116-D 117-C 118-D 119-D 120-D 121-C 122-D 123-B 124-D 125-A 126-A 127-A

Questões de concursos fisioterapia parte 3


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68) Durante ausculta em paciente com fibrose pulmonar, tornam-se audíveis:
(a) crepitações no início da inspiração
(b) sibilos durante a inspiração
(c) crepitações no final da inspiração
(d) sibilos no final da expiração
(e) roncos difusos

69) O padrão respiratório durante o qual observamos períodos de taquipnéia e bradipnéia, com volume corrente variável e período de súbita apnéia chama-se respiração:
(a) de Cheyne-Stokes
(b) paradoxal
(c) de Kussmaul
(d) apneutisca
(e) de Biot

70) O volume máximo expirado, partindo-se da expiração espontânea, chama-se:
(a) volume de reserva expiratória
(b) volume residual
(c) volume corrente
(d) capacidade residual funcional
(e) capacidade residual expiratória

71) Sobre o uso de pressão positiva, é CORRETO afirmar:
a) Pode causar barotrauma.
b) Diminui a capacidade residual funcional.
c) Não modifica a ventilação colateral nos alvéolos.
d) Não altera o ponto de igual pressão nas vias aéreas.

72) São objetivos da reabilitação pulmonar, EXCETO:
a) Diminuição da sensação de dispnéia.
b)_Aumento do volume expiratório forçado.
c) Aumento da tolerância ao exercício físico.
d) Melhora da qualidade de vida do paciente.

73) Marque a afirmativa CORRETA:
a) A espirometria é um bom exame para avaliação da força dos músculos respiratórios.
b) Os valores espirométricos previstos para um paciente baseiam-se apenas na sua idade e estatura.
c) O volume expiratório forçado no 1o segundo é baixo em portadores de distúrbios ventilatórios obstrutivos.
d) Os valores de capacidade vital e capacidade vital forçada são mais altos em portadores de distúrbios ventilatórios restritivos.

74) Qual aparelho abaixo tem forma de “cachimbo” que possui uma esfera de metal no seu interior, que é acionada durante a expiração, tendendo a subir e pelo peso da esfera voltar, causando vibração, auxiliando na higiene brônquica?
a) Aparelho de Bonett.
b) Flutter.
c) Sensy ball.
d) Balancer.

75) Assinale a alternativa correta quanto a volumes e capacidades pulmonares
a)Capacidade pulmonar total é igual capacidade funcional residual menos volume residual.
b)Volume residual é igual a capacidade pulmonar total menos volume corrente mais volume de reserva inspiratório mais volume de reserva expiratória.
c)Volume de reserva inspiratório é igual a capacidade pulmonar total menos capacidade residual funcional.
d)Volume de reserva expiratório é igual capacidade residual funcional menos volume de reserva inspiratório.

76) Paciente de 50 anos, 70 kg interna com fratura de quatro arcos costais em hemitórax direito, postura antálgica e acidose respiratória com hipoxemia. Qual região do pulmão é mais ventilada, considerando-se que o paciente encontra-se em decúbito dorsal e respira em volume corrente?
a) Região superior ou não dependente do pulmão.
b) Região inferior ou dependente do pulmão.
c) Região lateral esquerda do pulmão.
d) Região média do pulmão.

77) Sobre a anatomia do sistema respiratório assinale a alternativa correta:
a) O pulmão esquerdo é o único com fissura horizontal.
b) O pulmão direito apresenta menor segmentação.
c) O brônquio principal direito é mais verticalizado.
d) O bronquíolo terminal é o início do ácino.

78) Algumas técnicas de higiene brônquica como tapotagem e vibrocompressão não podem ser usadas em pacientes com fratura costal, então para este paciente determine quais técnicas poderemos utilizar pensando na higiene brônquica:
a) Descompressão brusca com flluter.
b) Compressão inspiratória contralateral com drenagem postural.
c) Drenagem postural com flluter.
d) Flluter e compressão inspiratória contralateral.

79) A exposição às altas frações inspiradas de oxigênio pode causar, EXCETO:
a) Barotrauma
b) Displasia broncopulmonar
c) Retinopatia da prematuridade
d) Edema e hiperemia da mucosa brônquica

80) São indicações da ventilação mecânica não invasiva, EXCETO:
a) Cifoescoliose grave
b) Acidose extrema (pH< 7,2)
c) Doenças neuromusculares
d) Doença pulmonar obstrutiva crônica

81) São indicações da hiperinsuflação pulmonar, EXCETO:
a) Melhora de broncoespasmo grave
b) Remoção de secreções brônquicas
c) Melhora da complacência pulmonar
d) Expansão de segmentos atelectásicos

82) É CORRETO afirmar que:
a) Grandes volumes pulmonares aumentam a resistência das vias aéreas.
b) As regiões pulmonares inferiores apresentam maior volume em repouso que as regiões superiores.
c) As regiões pulmonares inferiores apresentam pressão intrapleural menos negativa que as regiões superiores.
d) Para que ocorra fluxo inspiratório é necessário que haja aumento dos valores da pressão alveolar e da pressão intrapleural.

83) A técnica que consiste em ciclos repetidos de controle respiratório, expansão torácica e técnica de expiração forçada, denomina-se:
a) Drenagem autógena
b) Técnica de expiração forçada
c) Inspiração em tempos
d) Ciclo ativo da respiração
e) Tosse dirigida

84) A principal razão pela qual alguns pacientes com DPOC hipoventilam durante a oxigenioterapia é:
a) A exacerbação do reflexo oxigênico
b) A supressão do estímulo simpático
c) A exacerbação do estímulo hipóxico
d) A supressão do estímulo hipóxico
e) A exacerbação do estímulo parassimpático

85) A terapia de expansão pulmonar aumenta o volume pulmonar através do aumento do gradiente de pressão transpulmonar. O gradiente de pressão transpulmonar pode ser aumentado por:
a) Aumento da pressão pleural
b) Aumento da pressão extra-torácica
c) Diminuição da pressão alveolar
d) Diminuição da pressão atmosférica
e) Diminuição da pressão pleural

86) A PaO2 aumenta em pacientes com doença pulmonar unilateral quando posicionados:
a) Com o pulmão sadio para cima
b) Em qualquer decúbito lateral
c) Em supino
d) Com o pulmão sadio para baixo
e) Em trendelemburg

87) O grau de obstrução na asma pode ser avaliado ambulatoriamente através da medição de:
a) Pressões respiratórias máximas
b) PaCO2
c) PaO2
d) Pico de fluxo expiratório
e) Capacidade vital lenta

88) Na ausculta pulmonar os sibilos e crepitações podem ser atribuídos, respectivamente, a :
a) Secreções e obstrução alta
b) Broncoespasmo e edema de laringe
c) Secreções periféricas e condensação
d) Epiglotite e secreções proximais
e) Broncoconstricção e edema pulmonar

89) Observe as afirmativas a seguir:
I) O ciclo ativo da respiração é usado para mobilizar e eliminar o excesso de secreções brônquicas.
II) Durante a drenagem autogênica, o paciente utiliza respiração diafragmática para mobilizar secreções variando os volumes pulmonares e o fluxo aéreo expiratório em 3 fases distintas.
III) O ciclo ativo da respiração pode causar aumento da hipoxemia e da obstrução ao fluxo aéreo.
IV) Nos pacientes com pneumopatia unilateral, o posicionamento inferior do pulmão não comprometido pode melhorar a oxigenação.

a) Somente as afirmativas I e II estão corretas
b) Somente as alternativas I, II e III estão corretas
c) Somente as afirmativas II e IV estão corretas
d) Somente as afirmativas I, III e IV estão corretas.
e) Somente as afirmativas I, II e IV estão corretas.

90) Nas terapias de expansão pulmonar, NÃO é correto afirmar que:

a) Todos os tipos de terapia de expansão pulmonar aumentam o volume pulmonar através do aumento do gradiente de pressão transpulmonar.
b) A inspiração espontânea profunda aumenta o gradiente da pressão transpulmonar pela diminuição da pressão pleural
c) O gradiente de pressão transpulmonar pode ser aumentado pela diminuição da pressão alveolar ou aumento da pressão pleural.
d) A sustentação máxime inspiratória é contra-indicada em pacientes com CV < 10 ml/Kg
e) A CPAP mantém a pressão alveolar e das vias aéreas positiva durante todo o ciclo respiratório, aumentando o gradiente de pressão transpulmonar tanto na inspiração como na expiração.

91) Muitos procedimentos cirúrgicos torácicos e condições traumáticas do tórax requerem drenagem torácica. Nessas situações, NÃO é correto afirmar que:
a) O pinçamento dos drenos não é necessário quando o frasco for temporariamente elevado acime do nível do tórax do paciente.
b) Na presença de vazamento de ar, as técnicas que utilizam pressão positiva são geralmente evitadas.
c) Durante a substituição do frasco de drenagem é necessário pinçar os drenos.
d) Deve-se tomar cuidado ao mobilizar o paciente evitando dobras, distensões ou desconexões dos drenos.
e) A observação das mudanças dos escapes de ar e drenagem deverá ser feita antes, durante e após a intervenção fisioterapêutica.

92) O evento denominado PEEP intrínseco pode ser produzido pela seguinte patologia pulmonar:
a) Atelectasia
b) Cifoescoliose
c) Asma brônquica
d) Derrame pleural
e) Fibrose pulmonar

93- Em relação a regulação da respiração, NÃO é correto afirmar que:
a) os quimioreceptores periféricos localizados principalmente nos corpos carotídeos respondem à hipoxemia arterial, à hipercapnia e à acidose;
b) o principal estímulo da respiração nos indivíduos saudáveis é o CO2;
c) a redução do CO2 arterial dilata os vasos cerebrais e diminui a pressão intracraniana;
d) o estímulo secundário da respiração nos indivíduos saudáveis é a hipoxemia;
e) o principal estímulo da respiração nos indivíduos com hipercapnia crônica compensada é a hipoxemia.


94) A fibrose cística, uma doença genética letal, é caracterizada pela tríade:
(a) baqueamento digital, infecções broncopulmonares recorrentes, níveis elevados de eletrólitos no suor;
(b) obstrução ao fluxo aéreo, insuficiência pancreática exócrina, níveis anormais elevados de eletrólitos no suor;
(c) pneumonia, níveis elevados de eletrólitos no suor, desnutrição;
(d) níveis elevados de eletrólitos no suor, hemoptise, bronquiectasia;
(e) baqueamento digital, bronquiectasia, pneumonia.

95) A prematuridade do recém-nascido é geralmente responsável por um déficit de surfactante ligado à imaturidade pulmonar. Baseado neste assunto, analise as seguintes sentenças:
I- a patologia mais freqüentemente ligada a uma insuficiência do surfactante é a doença das membranas hialinas.
II- O tratamento principal realizado nestes recém-nascidos é a drenagem postural em tremdelemburg.
III- O elemento de morbidade mais importante nestes pacientes é a displasia broncopulmonar.
IV- A hipersecreção e o broncoespasmo são as principais manifestações clínicas da doença das membranas hialinas.
São verdadeiras:
(a) I, III, IV apenas;
(b) III e IV apenas;
(c) I, II, IV apenas;
(d) III apenas;
(e) I e II apenas.

96) Um quadro clínico de desconforto respiratório na criança pequena por infecção brônquica pode comprometer a função respiratória. Essa mesma situação pode permanecer assintomática no adulto. A maior fragilidade do aparelho respiratório da criança, comparado ao adulto, é carcterizada por:
(a) maior volume corrente;
(b) maior complacência pulmonar;
(c) maior resistência das vias aéreas;
(d) menor freqüência respiratória;
(e) maior reserva pulmonar.

97) Quando a contração diafragmática, durante uma inspiração, puxa as costelas inferiores para dentro, caracterizando um movimento paradoxal em pacientes com grave limitação ao fluxo aéreo, ocorre:
(a) sinal de Hoover;
(b) tórax flácido;
(c) sinal de Horner;
(d) respiração apnêustica;
(e) sisritmia respiratória.

98) Considerando-se que durante a fisioterapia respiratória são deslocadas secreções da periferia do pulmão para regiões mais centrais, pode-se afirmar quanto à ausculta pulmonar que ocorrerá:
(a) diminuição dos estertores e aumento dos roncos;
(b) sibilos inspiratórios e estertores expiratórios;
(c) aumento dos estertores e dos sibilos inspiratórios;
(d) redução do murmúrio vesicular na periferia;
(e) aumento dos roncos e estertores na periferia.




Gabarito


68-C 69-E 70-A 71-A 72-B 73-B 74-B 75-B 76-A 77-C 78-C 79-A 80-B 81-A 82-C 83-D 84-D 85-E 86-D 87-D 88-E 89-E 90-C 91-A 92-C 93-C 94-B 95-D 96-C 97-A 98-A 

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Ano IX - © Tânia Marchezin - Fisioterapeuta - Franca/SP

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