Desmame ventilação em pediatria e neonatologia

 1 Objetivo

O uso prolongado da ventilação mecânica, bem como a demora na sua retirada, traz desconforto ao paciente, aumenta a morbidade e mortalidade dos doentes, além de aumentar o risco de complicações a ela relacionadas, como: complicações em vias aéreas, paralisia das cordas vocais, estenose subglótica e traqueítes, risco aumentado de infecções, como pneumonias relacionadas à VPM, lesões pulmonares induzidas pelo ventilador e outras complicações relacionadas ao aumento da pressão intra-torácica e à redução do retorno venoso.

O termo desmame da ventilação mecânica refere-se ao processo de transição da ventilação artificial para a espontânea nos pacientes que permanecem em ventilação mecânica por tempo superior a 24 horas. O processo de desmame envolve primeiro a habilidade do paciente em respirar sem o ventilador, e depois a habilidade de continuar respirando sem a via aérea artificial. O desmame da ventilação mecânica pode ser definido como a interrupção definitiva da VM, e difere do termo e da extubação, o qual se refere apenas à remoção do tubo endotraqueal.

 2 Abrangência

UTI Neonatal e Pediátrica.

 3 Descrição

A VPM em recém-nascidos e crianças deve ser minimamente agressiva e de uso criterioso, pelo menor tempo possível, ou seja: ao ocorrer a estabilização clínica e melhora gasométrica com inicio da resolução da doença, inicia-se o processo de desmame da ventilação e todo o esforço deve ser feito para extubá-lo precocemente.
O processo de retirada da ventilação mecânica pode geralmente ser iniciado logo que o paciente apresente drive respiratório mínimo. Alguns critérios devem ser considerados:

 Critérios Clínicos

Reversão ou controle da causa pela qual a VPM foi instituída;
Drive respiratório;
Ausência de desconforto respiratório;
Adequado nível de consciência (estado de alerta e a responsividade – sem sedação);
Eficácia da função laríngea e do mecanismo de tosse;
Rx de tórax estável;
Performance muscular – suporte nutricional;
Hipertermia controlada;
Balanço hídrico corrigido;
Estabilidade hemodinâmica e cardíaca

 Equilíbrio ácido-básico

PaCO2 < 45 mmHg (crianças) e < 55 mmHg (prematuros);
 PaO2 ≥ 60 mmHg (crianças) e ≥ 50 mmHg (prematuros);
 pH ≥ 7.30.

 A higiene brônquica deve ser realizada durante o desmame, antes e após a extubação. Na pré-extubação a cabeceira deve estar com angulação entre 30º e 45º para prevenir a aspiração de conteúdo gástrico, em caso de vômito e na pós-extubação é recomendado a inalação com adrenalina, para prevenir o edema de glote, que pode ocorrer após a extubação. Dependendo das condições do paciente, o suporte ventilatório mecânico não-invasivo pode ser instalado com o sistema CPAP ou bilevel, para diminuir os eventos adversos pós-extubação, tais como: apnéias, acidose respiratória, entre outros, assim como a oxigenoterapia necessária para manter uma saturação de O2 em torno de 90 a 95%.

Após a extubação a retomada da respiração espontânea associa-se com aumento transitório do volume corrente, tempo inspiratório e volume inspiratório durante os primeiros 15 minutos. Essas alterações desaparecem dentro de uma hora e o padrão respiratório retorna aos valores pré-extubação. Os pacientes que apresentam insucesso do desmame tem menor volume corrente e maior freqüência respiratória, em relação aos que são bem sucedidos no desmame.

Em crianças maiores pode ser usado o método de desmame gradual com o Tubo T, que baseia-se em deixar o paciente em respiração espontânea por períodos cada vez maiores, até que esteja apto para respirar sem a utilização da via aérea artificial, baseados em critérios clínicos e gasométricos.

Obs: Decidir qual o momento mais apropriado para a extubação é uma decisão difícil. A ventilação mecânica desnecessária aumenta o risco de pneumonia hospitalar e outras morbidades, enquanto a extubação muito precoce gera a possibilidade de reintubação de emergência, com risco adicional de trauma e estresse ao paciente.

Procedimento Operacional Padrão - CPAP UTI neonato e pediátrica


1 Objetivo

A Ventilação não invasiva (VNI) é definida como uma técnica de ventilação mecânica onde não é empregado nenhum tipo de prótese endotraqueal, ou seja, são aquelas modalidades que permitem incrementar a ventilação alveolar através de dispositivos ou interfases que podem ser máscaras nasais ou faciais e prongs nasais.

Os objetivos principais da VNI são facilitar as trocas gasosas, diminuir o trabalho respiratório, melhorar a capacidade residual funcional diminuindo as áreas de atelectasias e melhorando a complacência pulmonar. Apresenta vantagens como: a diminuição de necessidade de sedar, evita complicações relacionadas a entubação (ulcerações, edema de mucosas, hemorragias, estenoses de traquéia, pneumonia associadas a VMI, extubações acidentais, lesões de cordas vocais), é mais confortável para o paciente, preserva a via aérea, a língua, a deglutição e diminui o risco de infecção nosocomial.

2 Abrangência

UTI Neonatal e Pediátrica.

3 Descrição

As indicações gerais da VNI em pediatria são as insuficiências respiratórias aguda (apneia da prematuridade, pós-extubação, pneumonia, bronquiolite, paralisia e paresia frênica pós-cirúrgica, lesão pulmonar aguda) e crônica (síndromes, doenças do sistema nervoso central, tumores cerebrais, hidrocefalia), alterações na medula espinhal,doenças neuromusculares, alterações da caixa torácica, apnéia do sono, pneumopatias crônicas (fibrose cística).

As contra-indicações estão relacionadas ao coma grave ou alterações no drive, vômitos, hipersecreção pulmonar, doenças terminais, trauma ou cirurgia de face, obstrução total de VAS, ausência do reflexo de proteção da via aérea, alto risco de broncoaspiração, pneumotórax não drenado e pouca tolerância por parte do paciente em tratamento.

CPAP nasal

É um sistema artificial que gera uma pressão transpulmonar positiva durante a fase expiratória da respiração espontânea. Isso gera um aumento da pressão das vias aéreas, podendo gerar abertura de alvéolos antes colapsados, recrutando zonas hipoventiladas. Os efeitos gerais do CPAP são:

ü  Aumento da pressão transpulmonar
ü  Aumento do volume residual
ü  Aumento da capacidade residual funcional
ü  Prevenção de colapso alveolar
ü  Aumento da complacência pulmonar
ü  Diminuição do shunt intrapulmonar
ü  Aumento do diâmetro das vias aéreas
ü  Conservação do surfactante
ü  Estabilização das vias aéreas
ü  Estabilização do diafragma
ü  Ritmo respiratório regular em RNPT

 São candidatos ao uso do CPAP nasal os neonatos, com quadro de insuficiência respiratória, nos casos mais comuns estão: doença da membrana hialina, taquipnéia transitória, edema pulmonar agudo, persistência do canal arterial, apnéia da prematuridade e síndrome de aspiração de mecônio.

Circuito: O sistema para realização da CPAP nasal é composto por um peça nasal (cânula nasal ou prong) de silicone, dois tubos corrugados, com diâmetro interno de 10 mm, um linha de monitorização de pressão com 1,20 mt, um adaptador de umidificação de 22-10 mm e uma touca para fixação.

A cânula nasal é conectada a duas mangueiras plásticas corrugadas através de “joelhos” plásticos, um deles com uma porta luer para entrada do monitor de pressão.

prong nasal possui duas projeções de cerca de 1 centímetro de comprimento e diâmetro interno variável, que são introduzidas nas narinas da criança. As cânulas nasais apresentam tamanhos variados para serem compatíveis com o peso da criança assim, o diâmetro interno será maior ou menor.

 Tamanhos de prongs nasais

Tamanho da cânula
Peso do RN
00 e 0
< 700 g
1
700 a 1250 g
2
1250 a 2000 g
3
2000  3000 g
4
> 3000 g


 Passos para instalação do CPAP nasal

1)     Escolher o tamanho do prong adequado ao recém-nascido;
2)     Aspirar previamente a faringe e a orofaringe;
3)     Posicionar a criança em decúbito dorsal, preferencialmente elevado;
4)     Abrir a sonda gástrica;
5)     Colocar o gorro de fixação;
6)     Inserir o ramo corrugado inspiratório no umidificador com o adaptador 22;
7)     Conectar o ramo expiratório ao gerador de fluxo (respirador-ramo expiratório);
8)  Conectar o luer-lock ao equipamento e a linha de monitoração de pressão na entrada de monitoração de pressão do respirador;
9)     Regular a FiO2 de acordo com a saturação desejada;
10)Inserir a cânula do prong delicadamente nas narinas da criança, ajustando de forma a não tocar no septo nasal;
11)Fixar os ramos corrugados no gorro, de forma que permita pouca movimentação da cânula nasal.
A criança deve ter respiração espontânea (exceto nos casos de RNPT com apnéia idiopática, em que o CPAP vai ser utilizado como terapêutica propriamente dita) e manter PaO2 > 60 mmHg em FiO2 de 0,4 (relativo).

Cuidados e complicações: O uso da CPAP pode gerar complicações locais, como obstrução nasal por edema, sangramento nasal, deformidades e necrose do septo nasal e até estenose de coanas. Essa complicação pode ser prevenida mediante umidificação das narinas, escolha da cânula adequada e adequado posicionamento da cânula e circuito.

Os cuidados com a pele sob a cânula também são importantes, devemos sempre buscar sinais de hiperemia ou irritação e manter também a adequada hidratação dessa área (podendo colocar proteção local com placa de hidrocolóide).

É fundamental que o fluxo de gás oferecido ao paciente seja umidificado e aquecido adequadamente, esse cuidado contribui para que se forme menos secreção e, quando essa esta presente, seja fluidificada e portanto, mais facilmente retirada.

Com o objetivo de evitar a distensão abdominal , por extravazamento de ar, é de extrema importância abrir a sonda orogastrica quando a mesma não está em drenagem (aberta).

 Complicações
- Barotrauma
- Distensão abdominal
- Pneumotórax/pneumomediastino
- Retardo na indicação de VMI
- Erosão nasal
- Alterações hemodinâmicas

Desmame: A partir do momento em que o RN ou criança encontra-se estável com melhora do quadro de desconforto respiratório, resolução radiológica e otimização da hipoxemia (gasometria), deve-se iniciar a diminuição do nível de CPAP utilizado até valores próximos da pressão positiva expiratória final (Peep) fisiológica (5 cmH2O) e da FiO2, até valores menores do que 0,4. Retira-se, então, o RN ou criança da CPAP com sua exposição a uma atmosfera com uma FiO2 igual ou discretamente superior à que vinha sendo utilizada.

 Obs: Existe também a possibilidade de usar dois níveis pressóricos (Bilevel Positive Airway Pressure – BIPAP), denominados IPAP (Inspiratory positive airway pressure) e EPAP (Expiratory positive airway pressure) durante as diferentes fases do ciclo respiratório, o que pode ser utilizado em crianças maiores com uma máscara facial ou nasal, quando diferentes níveis de pressão são determinados de acordo com cada doença, visando ao aumento do volume corrente, com conseqüente melhora na ventilação alveolar.


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Conteúdo da Apostila

1- Do passado ao presente – Construção do SUS
2- Linha do tempo – SUS
3- Participação e Gestão – Estrutura básica
4- Evolução histórica do SUS – princípios, diretrizes e arcabouço legal
5- Constituição Federal de 1988 – artigos 194 a 200
6- Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 – Lei Orgânica da Saúde
7- Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990 – Controle Social
8- Decreto Presidencial nº 7.508 de 28 de junho de 2011 – Regulamenta a Lei 8.080/90
9- Lei Complementar nº 141 de 13 de janeiro de 2012 – Valores mínimos aplicados à Saúde
10- Resolução nº 453 de 10 de maio de 2012 – Conselho Nacional de Saúde
11- Determinantes Sociais
12- Sistemas de Informação em Saúde – Indicadores em saúde
13- Portaria nº 104 de 25 de janeiro de 2011 – Doenças de Notificação Compulsória
14- Portaria nº 1.271 de 6 de junho de 2014 – Define a lista Nacional de Notificação Compulsória
15- Pacto pela Saúde
16- Portaria nº 2.669 de 3 de novembro de 2009 – Pacto pela Saúde
17- Pacto pela Vida
18- Pacto em Defesa do SUS
19- Pacto de Gestão
20- Portaria nº 1.559 de 1 de agosto de 2008 – Política Nacional de Regulação
21- Política Nacional de Humanização – PNH
22- Estratégia Saúde da Família – ESF
23- Política Nacional de Atenção Básica – PNAB
24- Rede de Atenção ás Urgências e Emergências – RUE
25- Portaria nº 2.203 de 5 de novembro de 1996 – Norma Operacional Básica – NOB 1/96
26- Portaria nº 373 de 27 de fevereiro de 2002 – Norma Operacional de Assistência á Saúde – NOAS-SUS 01/02
27- Resolução nº 466 de 12 de dezembro de 2012 – Regulamenta pesquisas envolvendo seres Humanos
28- Siglas Utilizadas
29- Referências Bibliográficas
30- Provas e Gabarito

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200 vagas para fisioterapeutas


Saia na frente comece já a sua preparação para o concurso público para a SES DF – Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Para 2019, estão previstas 200 vagas para Especialista em Saúde - Fisioterapeuta.

A Secretaria de Saúde é o órgão do Poder Executivo do Distrito Federal responsável pela organização e elaboração de planos e políticas públicas voltados para a promoção, prevenção e assistência à saúde. É função da Secretaria de Saúde dispor de condições para a proteção e recuperação da saúde da população, reduzindo as enfermidades, controlando as doenças endêmicas e parasitárias e melhorando a vigilância à saúde, dando, assim, mais qualidade de vida aos moradores do Distrito Federal.

No concurso anterior, a banca organizadora aplicou a prova objetiva composta de 50 questões de conhecimentos básicos e específicos, conforme distribuição abaixo:
A prova objetiva foi composta de 50 (cinquenta) questões, de múltipla escolha, com 5 (cinco) alternativas em cada questão, para escolha de 1 (uma) única resposta correta, e pontuação total variando entre o mínimo de 0,00 (zero) ponto e o máximo de 75,00 (setenta e cinco) pontos, de acordo com os conteúdos programáticos:

a) conhecimentos básicos: 25 (vinte e cinco) questões com peso 1 (um) para cada questão, sendo: 8 (oito) questões de Língua Portuguesa, 4 (quatro) questões de Raciocínio Lógico e Matemático, 5 (cinco) questões sobre Legislação Aplicada aos Servidores do Governo do Distrito Federal, 5 (cinco) questões sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) e 3 (três) questões de Atualidades; e b) conhecimentos específicos: 25 (vinte e cinco) questões com peso 2 (dois) para cada questão.

Foram considerados classificados na prova objetiva os candidatos que acertaram o mínimo de 13 (treze) questões de conhecimentos básicos e 13 (treze) questões de conhecimentos específicos. O candidato não poderia, sob pena de eliminação do certame, obter pontuação igual a 0 (zero) nas questões de Língua Portuguesa.

Comece já seus estudos!




Epônimos - nome de pessoas para designar coisas - em Anatomia Humana


Alça de Henle - Alça néfrica

Anastomose de Riolan - Comunicação vascular entre as artérias mesentéricas superior e inferior

Ângulo de His - Incisura cardíaca

Ângulo de Louis - Ângulo esternal

Ângulo de Treitz - Flexura duodenojejunal

Aqueduto de Sylvius - Aqueduto mesencefálico

Bola de Bichat - Corpo adiposo da bochecha

Canal de Bartholin - Ducto sublingual maior

Canal de Falópio - Canal do nervo facial

Canal de Schlemm - Seio venoso da esclera

Canal de Stenon - Ducto parotídeo

Cápsula de Glisson - Cápsula hepática

Cápsula de Bowman - Cápsula renal

Cápsula de Malpighi - Cápsula do baço

Cartilagem de Santorini - Papila menor do duodeno

Cavo de Meckel - Cavo do gânglio trigeminal

Células de Leydig - Células intersticiais do testículo

Circunvolução de Broca - giro frontal inferior do hemisfério cerebral esquerdo

Comissura de Meynert - Comissura supra-óptica dorsal

Corpos de Pachioni - Granulações aracnóideas

Corpúsculos de Ruffini - Terminações nervosas sensitivas encapsuladas especializadas para o calor.

Corpúsculos de Pacini - Terminações nervosas sensitivas da pele especializadas para pressão

Divertículo de Meckel - Divertículo ileal

Ducto de Bartholin - Ducto sublingual maior

Ducto de Stensen - Ducto parotídeo

Ducto de Wharton - Ducto submandibular

Ducto de Wirsung - Ducto pancreático principal

Ducto de Santorini - Ducto pancreático acessório

Esfíncter de Oddi - Músculo esfíncter da ampola hepato-pancreática

Fáscia de Dupuytren - Fáscia palmar

Fáscia de Gerota - Fáscia renal

Feixe de His - Fascículo atrioventricular

Feixe de Purkinge - Ramos subendocárdicos

Fibras de Sharpey - Fibras de tecido conjuntivo tendíneo que penetram no osso através do periósteo.

Fissura Sylviana - Sulco lateral

Fissura de Rolando - Sulco central do cérebro

Forame de Botallo - Forame oval cardíaco

Forame de Luschka - Forame lateral do quarto ventrículo

Forame de Magendie - Forame mediano do quarto ventrículo

Forame de Monro - Forame interventricular cerebral

Fundo de saco de Douglas - Escavação retouterina

Gânglio de Gasser - Glânglio trigeminal

Gânglio de Scarpa - Gânglio vestibular

Glândula de Bartolin - Glândula vestibular maior

Glândula de Bowman -  Glândulas olfatórias

Glândula de Cowper - Glândula bulbouretral

Glândulas de Skene - Glândulas parauretrais do sexo feminino

Glomérulo de Malpighi - Glomérulo renal

Gordura de Hoffa - Gordura infrapatelar

Ilhotas de Langerhans - Ilhas pancreáticas

Ligamento de Bertin - Ligamento iliofemoral

Ligamento de Bigelow - Ligamento ilifemopral

Ligamento de Botallo - Ligamento arterial

Ligamento de Cooper - Ligamento suspensor da mama

Ligamento de Falópio - Ligamento inguinal

Ligamento de Humphrey - Ligamento meniscofemoral anterior

Ligamento de Poupart - Ligamento inguinal

Ligamento de Wrisberg - Ligamento meniscofemoral posterior

Linhas de Langer - Linhas de tensão na pele

Nódulos de Peyer - folículos linfáticos do íleo

Nódulos de Ranvier - Interrupções das bainhas de mielina das fibras nervosas.

Núcleo de Meynert - Núcleo basilar olfatório

Ossos wormianos - Ossos suturais

Papila de Vater - Papila duodenal maior

Plexo de Auerbach - Plexo simpático mientérico

Polígono de Willis - Círculo arterial do cérebro

Pomo de Adão - Proeminência laríngea

Saco de Douglas - Fundo de saco posterior

Saco de Morrison - Recesso hepatorrenal

Seios de Valsalva - Seios da aorta

Sulco de Rolando - Sulco central

Sulco de Sylvius - Sulco lateral

Tendão de Aquiles - Tendão calcâneo

Tórcula de Herófilo - Confluência dos seios

Trompas de Eustáquio - Tubas auditivas

Trompas de Falópio - Tubas uterinas

Tubérculo de Lis Franc - Tubérculo para o músculo escaleno anterior

Tubérculo de Gerdy - Tuberosidade lateral da tíbia

Valva de Eustáquio - Valva da veia cava inferior

Valva de Tebésio - Valva do óstio do seio coronário

Válvula de Bauhin - Papila ileal

Veia de Galeno - Grande veia cerebral

Ventrículo de Morgagni - Ventrículo da laringe

Como fazer download no 4shared

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